Governo do Distrito Federal
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13/08/13 às 20h01 - Atualizado em 30/10/18 às 15h06

Carretas da mulher chegam a Sobradinho, Planaltina e Estrutural

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Unidades móveis já realizaram mais de 74 mil exames 

As três Unidades Móveis de Saúde da Mulher (UMSM), da Secretaria de Saúde do Distrito Federal, mais conhecidas como Carretas da Mulher, estão desde segunda-feira em Sobradinho, no Gama e na Estrutural, com atendimentos das 8h às 12h e das 13h às 17h, de segunda a sexta-feira.

Em Sobradinho, a carreta está no estacionamento do Ginásio de Esportes Agostinho Lima, na Área Especial da Quadra 02. Na Estrutural, a unidade estacionou ao lado da Administração Regional e no Gama, na Ponte Alta, próxima ao Posto Fiscal da DF 290. Desde março do ano passado, quando foi iniciado o projeto, as Unidades Móveis já realizaram mais de 74 mil exames.

Em cada região serão feitas 50 mamografias, 50 ecografias e 50 preventivos de câncer de cólo do útero (Papanicolau) por dia. A paciente deve apresentar documento de identidade, CPF, comprovante de residência, cartão do Sistema Único de Saúde (SUS) e pedido médico para ecografias.

Para a subsecretária de Atenção Primária à Saúde, Rosalina Sudo, a escolha das cidades prioriza aquelas mulheres que têm mais dificuldades de realizar estes exames. “A unidade móvel busca melhorar o acesso a todos os exames que a mulher deve fazer. Além disso, também fazemos o preventivo, para que elas possam se cuidar e evitar câncer de mama”, explica.

O público alvo para o exame de mamografia são mulheres a partir de 40 anos, lembrando que a faixa de risco para o câncer de mama é de 50 a 69 anos de idade, especialmente as que nunca realizaram o exame ou fizeram há 2 anos ou mais. O exame preventivo não há a necessidade de requisição médica, e é indicado para todas que já tenham iniciado a vida sexual.

O diretor Regional de Atenção Primária à Saúde de Sobradinho, Gleiton Lima de Araújo, destaca a importância do trabalho preventivo. Essa é a segunda vez que a regional recebe a carreta. “Esse serviço é diferenciado porque vai até a paciente. Na última vez que tivemos a carreta da mulher, diagnosticamos 25 casos que hoje já estão sendo tratados. É importante facilitar o acesso, por isso a carreta também estará próxima a rodoviária. E, caso seja diagnosticado algum problema, as pacientes têm até 30 dias para começar o tratamento com um especialista”, informa o diretor.

As informações sobre o funcionamento da Carreta da Mulher e o cronograma nas cidades estão disponíveis no endereço www.carretadamulherdf.com.br  

Amandda Souza