Governo do Distrito Federal
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26/09/13 às 20h59 - Atualizado em 30/10/18 às 15h08

DF sediará Seminário Internacional sobre saúde e adolescência

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Participação de 13 países e visita a  unidades de saúde da rede pública

A Secretaria de Saúde do DF (SES/DF) marcará presença no Seminário Internacional “Saúde, Adolescência e Juventude: promovendo a equidade e construindo habilidades para a vida”, de 16 a 18 de outubro, em Brasília. O evento é coordenado pelo Ministério da Saúde e Secretaria Nacional de Juventude, além o Fundo de População das Nações Unidas (UNFPA).

“O DF será o anfitrião do Seminário Internacional. Como servidores do Núcleo de Atenção Integral à Saúde do Adolescente (NUSAD), estamos envolvidos na comissão organizadora do evento”, informa a médica hebiatra Denise Leite.

O público-alvo são coordenadores de áreas técnicas do setor saúde, juventude, educação, justiça, direitos humanos, desenvolvimento social, igualdade racial e políticas para mulheres; organizações internacionais, entre outros.

No dia 15 de outubro, os participantes visitarão dois serviços de saúde do DF, o Adolescentro, localizado na 605 Sul e o Centro de Saúde do Itapoã, no Paranoá. “Por ser um evento direcionado à saúde do adolescente, escolhemos essas duas unidades por prestarem atendimento qualificado a esse público”, complementa Denise.

Com duração de três dias, o Seminário Internacional terá a participação prevista de 13 países e cerca de 250 convidados. O objetivo é compartilhar boas práticas adotadas no Brasil e em outros países voltadas para assegurar o direito à saúde de jovens e adolescentes, em especial a saúde sexual e reprodutiva.

Os países participantes para o intercâmbio de experiências são: Moçambique, Colômbia, Equador, Peru, Etiópia, Cuba, Tailândia, Guiana, El Salvador, Nigéria, Argentina, Uruguai e Venezuela.

Dentre os principais temas a serem discutidos estão as boas práticas para  atendimento a adolescentes em saúde sexual e saúde reprodutiva, adequação de programas e serviços para atender necessidades de adolescentes em situação de vulnerabilidade agravada (adolescentes muito jovens – 10 a 14 anos), paternidade e maternidade na adolescência, além da prevenção de HIV/AIDS e outras DST.

Patrícia Kavamoto