Governo do Distrito Federal
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23/01/14 às 15h10 - Atualizado em 30/10/18 às 15h10

Pacientes do Hospital de Samambaia já recebem pulseiras de Classificação de Risco

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Mais de 38 mil pacientes passaram pela Classificação de Risco em 2013

Os pacientes que dão entrada no Hospital Regional de Samambaia (HRSam), desde a quarta-feira (22), estão recebendo pulseiras coloridas de Classificação de Risco, que identificam a prioridade do atendimento. Em 2013, mais de 38 mil pacientes passaram pela Classificação de Risco da unidade.
“Essas pulseiras se somarão aos serviços que já são oferecidos aos pacientes, dando mais segurança e mostrando também maior organização”, ressalta a enfermeira supervisora da Classificação de Risco do HRSam, Cláudia Coelho de Almeida.

Para o coordenador-geral de Saúde de Samambaia, Manoel Solange Fontes Teles, essa medida na Classificação de Risco é um benefício para o paciente. “Significa um avanço na qualidade e conforto para os pacientes, pois demonstra uma preocupação da Secretaria de Saúde em atender cada vez melhor”, informa.

Atualmente, o paciente que chega ao hospital é acolhido pelas recepcionistas e pela equipe de enfermagem, onde recebe o primeiro atendimento, como verificação dos sinais vitais e uma breve anamnese. Em seguida, ele é classificado por cores, que priorizam o atendimento pela gravidade do caso, conforme o que preconiza o Protocolo de Manchester, determinado pelo Ministério da Saúde.

O Protocolo estabelece cinco cores para classificação. São elas, vermelha (emergência absoluta); laranja (muito urgente); amarela (urgente); verde (pouco urgente) e azul (não urgente). Dentre as vantagens desse sistema adotado pela rede, está a rápida identificação de pacientes com maior urgência de atendimento e de casos que poderiam ser resolvidos em uma Unidade Básica de Saúde, como um centro de saúde, por exemplo.

A Classificação de Risco sinalizada com pulseiras foi adotada recentemente também no Hospital Regional do Gama, Unidade de Pronto Atendimento (UPA) do Recanto das Emas e Hospital Regional de Planaltina. O objetivo é estender às demais unidades da Secretaria de Saúde.

Por Iêda Oliveira, da Agência Saúde DF
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