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SAÚDE
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DSTs e AIDS

A precaução e o cuidado são os dois maiores pilares que a Secretaria de Saúde do Distrito Federal preconiza diante do tema DST/Aids. A Atenção Primária encabeça a lista de prioridades, que reúne um conjunto de ações que visam evitar as doenças por meio da proteção. Anualmente, a pasta distribui 15 milhões de preservativos masculinos, 400 mil preservativos femininos e gel lubrificante.

A ênfase é no uso da camisinha como forma de prevenção, no entanto, depois de uma situação de risco, o indicado é buscar orientação numa unidade de saúde para fazer o teste. No mesmo local, o profissional avalia a necessidade de realizar a profilaxia pós-exposição (PEP), que é um tratamento com antirretroviral por 30 dias (mais acompanhamento por 3 meses) caso tenha tido uma situação confirmada de risco de exposição.

A realização de testagem para o HIV é um direito dos usuários do SUS. Existem metodologias tanto por meio de coleta para exame sorológico (que pode levar alguns dias) como por testagem rápida, que produz o resultado em cerca de 30 minutos. Além disso, existe o Centro de Testagem e Aconselhamento (CTA), localizado no mezanino da rodoviária do Plano Piloto, que oferece teste rápido tanto para o HIV como sífilis e hepatites B e C.

O que é HIV

HIV é a sigla em inglês do vírus da imunodeficiência humana. Causador da Aids, ataca o sistema imunológico, responsável por defender o organismo de doenças. As células mais atingidas são os linfócitos T CD4+. E é alterando o DNA dessa célula que o HIV faz cópias de si mesmo. Depois de se multiplicar, rompe os linfócitos em busca de outros para continuar a infecção.

Ter o HIV não é a mesma coisa que ter a Aids. Há muitos soropositivos que vivem anos sem apresentar sintomas e sem desenvolver a Aids. Mas, podem transmitir o vírus a outros pelas relações sexuais desprotegidas, pelo compartilhamento de seringas contaminadas ou de mãe para filho durante a gravidez e a amamentação. Por isso, é sempre importante fazer o teste e se proteger em todas as situações.

O que são DST

As doenças sexualmente transmissíveis (DST) são transmitidas, principalmente, por contato sexual sem o uso de camisinha com uma pessoa que esteja infectada, e geralmente se manifestam por meio de feridas, corrimentos, bolhas ou verrugas. As mais conhecidas são gonorreia e sífilis.

Algumas DST podem não apresentar sintomas, tanto no homem quanto na mulher. E isso requer que, se fizerem sexo sem camisinha, procurem o serviço de saúde para consultas com um profissional de saúde periodicamente. Essas doenças quando não diagnosticadas e tratadas a tempo, podem evoluir para complicações graves, como infertilidades, câncer e até a morte.

Usar preservativos em todas as relações sexuais (oral, anal e vaginal) é o método mais eficaz para a redução do risco de transmissão das DST, em especial do vírus da Aids, o HIV. Outra forma de infecção pode ocorrer pela transfusão de sangue contaminado ou pelo compartilhamento de seringas e agulhas, principalmente no uso de drogas injetáveis. A Aids e a sífilis também podem ser transmitidas da mãe infectada, sem tratamento, para o bebê durante a gravidez, o parto. E, no caso da Aids, também na amamentação.

HIV/AIDS - Assim não pega

Cartaz - Hepatite C

Arte - Tabela

 

 
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