Governo do Distrito Federal
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7/06/19 às 15h56 - Atualizado em 7/06/19 às 15h58

Junho Vermelho, o mês do amor ao próximo

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Hemocentro precisa de doação para manter estoques de sangue e maior carência é pelo tipo O negativo

 

O mês de junho é voltado para a doação de sangue em todo o Brasil, uma forma de demonstrar amor pelo próximo e ajudar a salvar vidas. Hoje, no Distrito Federal, o estoque de sangue do Hemocentro é considerado estável, porém o tipo O Negativo está em falta. E, com a chegada do inverno e o período de férias, o armazenamento de sangue tende a diminuir.

 

A chefe do Núcleo de Captação Registro e Orientação de Doadores, Ana Gabriela Almeida, explica que, até 14 de junho (data em que é comemorado o Dia Mundial do Doador de Sangue), os doadores negativos vão receber senhas preferenciais para suprir a ausência deste tipo sanguíneo. Mas ressalta que isso não anula a importância de as demais pessoas também doarem.

 

“Nós precisamos muito que os doadores venham. No mês de julho, o Hemocentro tem uma queda no volume da doação. Com o voluntário vindo antes deste período, pelo menos as hemácias, que têm validade de 42 dias, a gente consegue aproveitar e deixar o estoque abastecido”, afirma Ana Gabriela.

 

O Hemocentro de Brasília é o único banco de sangue público do Distrito Federal responsável por fornecer hemocomponentes para todos os hospitais públicos da capital e alguns conveniados, como o Hospital das Forças Armadas (HFA), Instituto de Cardiologia do Distrito Federal (ICDF), Hospital Sarah Kubitschek e Hospital Universitário de Brasília (HUB).

 

Apenas 2,4% da população do DF são doadoras de sangue. Em 2018, o Hemocentro recebeu mais de 53 mil doações de sangue.

 

EXEMPLOS – E bons exemplos não faltam. Mário Sergio da Silva Rosa, 30 anos, técnico em Enfermagem, foi ao Hemocentro na tarde desta quinta-feira (6), acompanhado da esposa. Ao saber que o seu tipo sanguíneo estava em falta, resolveu colaborar. “Eu vim pensando no próximo. Como tem um déficit do meu tipo sanguíneo (O negativo) aqui em Brasília, eu e minha esposa combinamos de vir juntos e fazer a doação. Esta é primeira vez de várias”, combina.

 

Ana Flávia Soares, 22 anos, estudante de Enfermagem, também tirou um tempo para ajudar o outro. “Eu acho importante, porque todo mundo pode precisar um dia. Temos de tratar as pessoas como nós gostaríamos de ser tratados. É de graça e você contribui. As pessoas precisam de nós e temos de ajudar”, ressalta.

 

COMO DOAR – Saiba aqui como ser um doador.

 

 

Texto e fotos da Agência Brasília