Governo do Distrito Federal
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8/03/19 às 11h27 - Atualizado em 8/03/19 às 17h23

Mulheres são maioria na Secretaria de Saúde

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De um total de 34 mil servidores, 24 mil são do sexo feminino

 

Um universo feminino. Assim é a Secretaria de Saúde do Distrito Federal, onde 70% dos servidores são mulheres. Elas são maioria, seja no atendimento aos pacientes, seja como gestoras, tendo, inclusive, uma delas no cargo de secretária adjunta, a psiquiatra Renata Rainha.

 

“Fico feliz em perceber que temos cada vez mais mulheres em cargos de suma importância na gestão pública. É muito gratificante estar nessa posição tão significativa para a saúde”, diz Rainha, ressaltando que as mulheres precisam dar conta da vida profissional e pessoal, sem descer do salto.

 

 

A mulherada também domina os cargos de chefia na pasta. Das sete superintendências regionais de Saúde, cinco são ocupadas por mulheres (Centro-Sul, Sul, Leste, Sudoeste e Oeste).

 

ADMC – Na Administração Central da secretaria, elas também se destacam. São 2.728 mulheres e 1.548 homens. Nas subsecretarias, são elas que imperam. Quatro das sete são comandadas por mulheres: Administração Geral, Vigilância à Saúde, Infraestrutura e Gestão de Pessoas.

 

“Para mim, é uma maternidade institucional. Vejo os servidores como filhos a serem cuidados e orientados. O escopo de nosso trabalho é a assistência ao paciente, é entregar saúde de qualidade às pessoas. E sei que isso só é possível com profissionais bem cuidados”, destaca uma das gestoras, a subsecretária de Gestão de Pessoas, Silene Quitéria Almeida.

 

Para ela, a sensibilidade aflorada das mulheres permite ampliar o olhar, além dos simples regramentos e procedimentos. “Enxergamos as pessoas. As suas angústias, necessidades, sonhos e esperanças. Acho que essa percepção e a postura firme na condução de uma área tão sensível quanto a Sugep desconstrói qualquer resistência de preconceitos com o fato de eu ser mulher”, finaliza.

 

DIA INTERNACIONAL DA MULHER – Oficializado pela Organização das Nações Unidas (ONU) em 1975, é comemorado desde o início do século 20. A data é comumente usada para reivindicar igualdade de gênero e a valorização da mulher.

 

 

Alline Martins, da Agência Saúde

Fotos: Mariana Raphael – Saúde-DF

Matheus Oliveira – Arquivo-Saúde-DF

Breno Esaki – Saúde-DF