Governo do Distrito Federal
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9/06/14 às 21h08 - Atualizado em 30/10/18 às 15h11

SAMU participa de simulação para a Copa

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Treinamento é parte de estratégia de segurança

 

O Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (SAMU) da Secretaria de Saúde (SES/DF) participou nesta segunda-feira (09), no estacionamento do Estádio Nacional de Brasília, de treinamento do Exército Brasileiro para eventuais ataques químicos, radioativos e biológicos que ocorram durante os jogos da Copa do Mundo.

Ao todo, 150 profissionais da Saúde, do Exército e do Corpo de Bombeiros participaram da simulação. Entre os objetivos do treinamento estavam evacuação rápida, descontaminação e atendimentos médicos.

Segundo o Capitão do Exército, André Luiz Bifano, o objetivo da atividade é promover a sincronia entre os profissionais das diferentes áreas. “Em um exercício desses é importante que haja agilidade na mobilização dos feridos e contaminados. Para isso, o Exército, o Corpo de Bombeiros e o SAMU devem estar reunidos e integrados”, ressalta.

“Montamos toda a estrutura das barracas em 30 minutos e posicionamos todos os profissionais. Nós conseguimos realizar todo o procedimento de forma perfeita “, comemora o Capitão.

Segurança

O Estádio Nacional de Brasília Mané Garrincha contará com detectores de radiação, que serão acionados em caso da presença de substâncias contaminadoras. Uma estrutura móvel para evacuação será montada dentro do estádio no dia dos jogos, para agilizar eventuais mobilizações.

Uma vez que o público se encontre do lado de fora, o Exército realiza a primeira parte da descontaminação, que é a remoção das roupas, pois estas carregam 90% dos resíduos químicos, biológicos ou radioativos.

O Corpo de Bombeiros é responsável pela segunda parte, jorrando jatos fortes de água nos indivíduos para remoção de vestígios de contaminação. Se restar ainda algum resíduo, a pessoa é encaminhada aos médicos do Exército.

Se estiver totalmente descontaminado, o paciente é levado à estrutura do SAMU, que realiza o atendimento para pacientes em massa (traumas, fraturas, pacientes em estado de choque, entre outros).

Paulo Cronemberger, da Agência Saúde DF