Governo do Distrito Federal
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14/02/17 às 20h31 - Atualizado em 30/10/18 às 15h16

Saúde divulga telefones para notificação de macacos mortos ou doentes

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Segunda oficina para debater a febre amarela reuniu 250 profissionais

BRASÍLIA (14/02/17) – A Subsecretaria de Vigilância à Saúde realizou hoje (14/2), a segunda oficina de trabalho para incentivar a notificação imediata em todas as vezes que forem encontrados macacos adoecidos ou mortos. Nessa edição do evento participaram 250 profissionais de saúde, representando um amplo espectro de instituições do setor, com participação acentuada de escolas de medicina veterinária.

“A realização da primeira oficina, no último dia 7, contribuiu para sensibilizar profissionais e instituições de saúde, que compreenderam a importância da participação coletiva para o controle da febre amarela. Desde então, já foram encontrados 15 macacos mortos, que estão sob investigação. Também aplicamos 71 mil doses de vacina contra a doença em todas as regiões de saúde do Distrito Federal, relata o Subsecretário de Vigilância à Saúde, Tiago Coelho.

Para apoiar o processo de notificação a Subsecretaria de Vigilância à Saúde está divulgando os números de telefone para a comunicação dos casos. “A rápida comunicação dos casos de primatas adoecidos ou mortos é de extrema importância para o controle da febre amarela, pois permite a imediata adoção de ações preventivas, incluindo o manejo do ambiente, com a eliminação de focos do Aedes aegypti no entorno do local, a aplicação de controle químico por inseticidas e o bloqueio vacinal”, ressalta o veterinário.

FEBRE AMARELA – A vacinação contra a febre amarela é a mais importante medida de controle e confere proteção próxima de 100%. A vacinação é oferecida no calendário de vacinação do Distrito Federal a partir dos nove meses de idade, com reforço aos quatro anos de idade, em todas as salas de vacinação da rede pública de saúde.

Para as pessoas de 2 a 59 anos a recomendação é de 2 doses, com intervalo de 10 anos. Em relação às pessoas com 60 anos ou mais, que nunca foram vacinadas, ou sem o comprovante de vacinação, o médico deverá avaliar caso a caso, considerando o risco da doença e efeitos adversos nessa faixa etária.

No Brasil, não ocorre a transmissão urbana da febre amarela desde 1942, mas a possibilidade de transmissão urbana existe desde a reintrodução do Aedes aegypti no país.

SERVIÇO
Telefones para notificação de casos de macacos mortos ou doentes
99269-3673 – Vigilância de Epizootias e Zoonoses
99157-0815 – Diretoria de Vigilância Ambiental em Saúde
99243-8508 – Promoção em Saúde e Comunicação Social
99287-6635 – Vigilância Entomológica