Governo do Distrito Federal
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24/02/14 às 11h45 - Atualizado em 30/10/18 às 15h10

Saúde oferece cirurgia reparadora após a redução de estômago no HRAN

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Os procedimentos são realizados às segundas-feiras

O Hospital Regional da Asa Norte (HRAN) oferece a cirurgia reparadora para o paciente que passou pela cirurgia bariátrica, popularmente conhecida como redução de estômago. Duas novas salas foram abertas na Unidade de Cirurgia Bariátrica do hospital para atender exclusivamente a essa demanda. Os procedimentos são realizados às segundas-feiras e o limite é de quatro pacientes por semana.

Segundo o coordenador do HRAN, e especialista em cirurgia bariátrica, Renato Teixeira, todos os pacientes que se submeteram à cirurgia bariátrica não só podem como devem realizar o procedimento reparador. “É importante o paciente procurar este atendimento após a bariátrica tanto por questões estéticas quanto por saúde“, alerta.

Renato explica que após poucos meses da realização da cirurgia bariátrica é natural que sobrem camadas de pele ao redor dos locais onde as grandes gorduras se acumulavam, como a região das mamas, abdômen, coxas e braços. “Além de ficarem muito feias, essas peles, que já estão mortas, podem gerar grandes infecções ao paciente. Essa plástica serve para melhorar a saúde, mas também elimina o grande problema estético que fica nesse paciente depois”.

Direito de todos

Retirar a pele que sobra no procedimento, que é considerado uma cirurgia plástica reparadora, é um direito de todo cidadão que já foi submetido à cirurgia bariátrica. A portaria Nº 425, de 19 de março de 2013, do Ministério da Saúde, garante isso. Renato explica que esta foi uma das grandes conquistas deste governo. “Nós (médicos) sempre soubemos da importância de colocar o a cirurgia reparadora como item obrigatório do pós-operatório bariátrico. É ótimo saber que a população tem esse direito”, comemora.

No HRAN o paciente só pode ser encaminhado para a cirurgia plástica quando o cirurgião assistente analisa o quadro pós-cirúrgico do paciente. Nessa análise são levados em consideração fatores como a meta de emagrecimento e estabilidade do peso. “Somente quando ele mantém o mesmo peso, pré-estabelecido como meta pela equipe médica, por dois meses nós podemos liberá-lo para a cirurgia reparadora”, explica Renato, que completa citando uma das premissas da Organização Mundial da Saúde (OMS): “Saúde é um bem estar físico e mental”.

Por Lucas Carvalho, da Agência Saúde DF
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