Governo do Distrito Federal
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22/03/21 às 15h58 - Atualizado em 22/03/21 às 18h19

Saúde registra segunda maior produção cirúrgica no mês de janeiro em 12 anos

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Comparação leva em conta o primeiro mês de cada ano e o índice só fica atrás da marca atingida em 2020, antes da pandemia

 

GUILHERME PEREIRA, DA AGÊNCIA SAÚDE-DF

 

Mesmo atravessando a pandemia do novo coronavírus Sars-CoV-2 há mais de um ano, a Secretaria de Saúde fechou o mês de janeiro de 2021 atingindo a segunda maior marca de cirurgias realizadas nos últimos 12 anos. Foram 5.550 cirurgias no mês de janeiro contra 6.044 em 2020, antes da pandemia, quando a melhor marca, até então, foi alcançada.

 

Para o secretário adjunto de Assistência à Saúde, Petrus Sanchez, os resultados obtidos refletem a capacidade da rede de saúde do DF em prestar esse tipo de atendimento em tempos mais estáveis.

 

“O DF tem grande capacidade de ampliar cirurgias quando está em períodos de baixa disseminação de Covid-19 e consegue atender bem a população. Vencendo essa fase de Covid, iremos fazer muitas cirurgias e facilmente faremos as melhores produções cirúrgicas da história de Brasília”, afirma o secretário.

 

Cirurgias eletivas

 

Em função de um novo aumento de casos e, consequentemente, na taxa de internação hospitalar, a Secretaria de Saúde suspendeu os procedimentos eletivos nos hospitais, visando aumentar a oferta de leitos para o tratamento de pacientes com Covid-19. A exceção permanece aos procedimentos cardíacos, oncológicos e para transplantes, em função da urgência que esses casos costumam demandar.

 

Mesmo com a pandemia, em janeiro de 2021, DF alcançou a segunda melhor produção cirúrgica em 12 anos – Foto: Breno Esaki/Agência Saúde-DF

Nesses casos, a Secretaria trabalha com a conversão dos leitos de UTIs gerais em leitos de UTI Covid. Atualmente, a pasta disponibiliza 409 leitos de UTI Covid e novas mobilizações estão programadas para os próximos dias.

 

Além da mobilização de novos leitos, a pasta mantém em pleno funcionamento os hospitais de campanha na Ceilândia e no Centro Médico da Polícia Militar, além dos leitos mobilizados nos hospitais que compõem a rede pública de saúde e a rede privada contratada.

 

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