Governo do Distrito Federal
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23/02/18 às 18h43 - Atualizado em 27/08/18 às 13h02

Tuberculose

A tuberculose (TB) continua a merecer especial atenção dos profissionais de saúde e da sociedade como um todo, considerando a magnitude, transcendência e vulnerabilidade da doença. Anualmente, são notificados cerca de 6 milhões de novos casos em todo o mundo, levando mais de um milhão de pessoas a óbito.

 

No Brasil, a doença ainda é um sério problema de saúde pública reconhecido pelo governo brasileiro e para combater esse mal, o Programa Nacional de Controle da Tuberculose (PNCT) está integrado na rede de serviços de saúde.

 

A doença, com profundas raízes sociais, está intimamente ligada à pobreza e à má distribuição de renda, além do estigma que implica na não adesão dos portadores e/ou familiares/contactantes. Trata-se de uma doença infecciosa e transmissível, que afeta, prioritariamente, os pulmões. Pode acometer órgãos como rins, ossos, meninges etc. Mas, a tuberculose é curável. Pessoas que tossem há mais de três semanas devem procurar atendimento médico específico, disponível nas regionais de saúde do Distrito Federal.

 

A Vigilância Epidemiológica monitora a situação e a tendência da doença para recomendar, executar e avaliar as atividades de controle. Já a Atenção Básica tem objetivo de consolidar as ações do Programa Nacional de Controle da Tuberculose, oferecendo tratamento nas unidades de saúde, incluindo a estratégia do Programa Saúde da Família (PSF) e Programa de Agentes Comunitários de Saúde (PACS). O principal objetivo é prevenir o adoecimento por TB nos infectados e não infectados.


Boletim epidemiológico

 

2017

Informativo Epidemiológico de Tuberculose – n° 01 – dezembro/2017

 

2016

Informativo Epidemiológico de Tuberculose – nº 02 – julho/2016

Informativo Epidemiológico de Tuberculose – n° 01 – março/2016


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