Governo do Distrito Federal
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12/06/19 às 10h21 - Atualizado em 13/06/19 às 10h47

UTI Materna do Hospital Materno Infantil de Brasília completa 6 anos

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Mais de 2 mil pacientes já foram assistidas, com sobrevida superior a 98%

 

A Unidade de Terapia Intensiva Materna do Hospital Materno e Infantil de Brasília (Hmib), referência no acolhimento e assistência de qualidade às gestantes e puérperas críticas do Distrito Federal (DF), está completando seis anos de atividades.

 

Com oito leitos destinados exclusivamente às pacientes gestantes e puérperas (que acabaram de dar à luz), a UTI Materna tem contribuído, significativamente, para a diminuição do índice de mortalidade materna. A redução deste percentual é um dos grandes objetivos das Diretrizes do Milênio, propostas pela Organização Mundial da Saúde (OMS). Essa UTI do Hmib é a única do segmento exclusivamente materna do DF.

 

Desde a sua inauguração, em 2013, foram assistidas uma média de 2 mil pacientes, com uma taxa de sobrevida superior a 98,3%. Mulheres com doenças crônicas como hipertensão, diabetes e anemia falciforme, além de quadros agudos de insuficiência respiratória e infecções do trato urinário, somam a maior parte dos atendimentos.

 

RESULTADOS – A unidade apresenta excelentes resultados, como taxa superior a 98% de sobrevida, acessibilidade, baixo tempo de permanência, taxa de mortalidade menor que 0,5%. Com essas referências, a UTI Materna do Hmib alcança 95% de índice de satisfação entre as usuárias.

 

“A UTI Materna é a realização de um anseio e vocação do hospital. Nesses seis anos, crescemos em comprometimento com a assistência segura, evoluímos ao ofertar suporte de hemodiálise, acompanhamento e análise de indicadores e, sobretudo, crescemos muito com a chegada de profissionais qualificados e comprometidos com a recuperação da saúde das nossas pacientes”, ressalta o diretor da unidade, Elton Berça.

 

DADOS – De acordo com a Organização Mundial de Saúde (OMS), em torno de 830 mulheres de todo o mundo morrem, todos os dias, por complicações relacionadas à gravidez ou ao parto. Estima-se que, no ano de 2015, cerca de 303 mil delas morreram durante e após a gravidez e o parto. A maioria dos óbitos poderia ter sido evitada.

 

 

Janiara Lara, da Agência Saúde

Fotos: Divulgação/Saúde-DF