Governo do Distrito Federal
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29/06/18 às 20h05 - Atualizado em 30/10/18 às 14h58

1º HackSaúde segue com 12 equipes na Campus Party Brasília

Inseridos nas 300 horas de evento da segunda Campus Party Brasília, as doze equipes do 1º HackSaúde do DF seguem trabalhando nos três desafios que encerram amanhã com premiação. São eles: como aproximar o profissional de saúde de quem mais precisa da saúde pública no Distrito Federal, como diminuir o tempo que as pessoas esperam para realizarem consultas na rede e como fazer as pessoas saberem onde encontrar mais facilmente na rede os medicamentos de alto custo.

 

No stand do Labinovah da Câmara Legislativa, apoiadora do projeto, os mentores entre servidores e colaboradores de outras áreas se revezam para dar o maior suporte possível aos participantes.

 

O incentivo, além de trazer soluções tecnológicas para o aperfeiçoamento dos processos de gestão e governança na Secretaria de Saúde do DF, será o prêmio de R$ 3 mil, somados os três primeiros lugares.

 

Para Ana Caroline Nunes, de 19 anos, estudante de design gráfico da UDF e participante da equipe Bugbuster, estar no evento é uma experiência revigorante.

 

“Fui convidada pelos meus amigos para estar na equipe na área do design. Não tenho uma experiência pessoal com a Saúde, mas vejo pelas notícias o desencontro de informações aos usuários e passa a impressão de desorganização. É legal fazer parte desse ambiente e fazer diferença no time da Saúde”, declarou.

 

O desafio terminará amanhã e a avaliação da participação da Saúde, apontada por Márcia Blumm, coordenadora de Inovação e Gestão do Conhecimento da secretaria, é a melhor possível porque é a primeira vez que a Secretaria de Saúde do DF faz parte de uma das maiores feiras de tecnologia do mundo.

 

Nesta semana, a gestora esteve à frente do lançamento do projeto InovaSES, a rede de inovação da Secretaria de Saúde, e lançou o laboratório de inovação na sede da instituição para aproximar os servidores das soluções da Saúde.

 

“A experiência de estar em um evento como esse é única. Precisamos estar presentes nesses lugares sempre porque é aonde a inovação também acontece. Ignorar é retrocesso e estar longe engessa a criatividade. Ter contato com outros temas e realidades é revigorante para qualquer área e na Saúde não pode ser diferente”, declarou.

 

Com o tema central Parques Tecnológicos e Cidades Inteligentes esta é a segunda vez que a Campus Party desembarca em Brasília, conta com mais de 540 mil campuseiros cadastrados em todo o mundo e, neste ano, deixará um legado para a Saúde do DF.

 

A programação conta ainda com a hackaton diversos, maratona hacker que reúne programadores, designers, profissionais da comunicação e de desenvolvimento de software, e o Fórum Cidades Inteligentes.

 

 

TEXTO: Érika Bragança, da Agência Saúde