Governo do Distrito Federal
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4/06/14 às 20h29 - Atualizado em 30/10/18 às 15h11

Ações conjuntas de segurança e da Saúde para Copa

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Palestras para servidores

 

Os servidores do Hospital de Base do Distrito Federal (HBDF) participaram nesta quarta-feira (4) de palestra sobre situações corriqueiras de risco como, pessoas que ficam observando por muito tempo áreas; individuo que possui muitos celulares ou que fica trocando de chip diversas vezes; as que pedem informação de segurança, entre outras. A ideia é orientar os profissionais das diversas especialidades como atuar em grandes eventos. A palestra foi ministrada pelo capitão do Exército Rogério Oliveira, no auditório do pavilhão administrativo do HBDF.

O capitão Oliveira ressaltou que são informações fundamentais para o período da Copa do Mundo. “É importante que estejamos preparados, tendo em vista que estamos prestes a receber um grande evento, pois virão para o nosso país pessoas de todo o mundo, então preparamos ações de segurança para o mundial e temos que estar prontos para identificar e combater o crime” destacou.

O diretor do HBDF, Julival Ribeiro, falou sobre a importância da palestra. “Nós do HBDF, juntamente com toda a Secretaria de Saúde, temos nos empenhado ao máximo para estarmos totalmente preparados para a Copa do Mundo. Esse treinamento tem como principal objetivo deixar todos os servidores instruídos sobre como agir e como se prevenir contra possíveis ataques”, observa.

Durante a palestra o capitão diversas informações importantes na identificação de suspeitos, em locais de grande movimento e no hospital. “Temos que identificar essas pessoas e deixar a polícia em alerta, o conhecimento prévio da situação permite aos agentes de segurança tomar ações preventivas”, ressaltou.

O HBDF será referência no atendimento a pacientes com trauma e problemas neurocardiovasculares. A unidade realizou mais de 368 mil atendimentos em 2013, sendo cerca de 236 mil consultas ambulatoriais e 131 mil atendimentos de emergência, além de 11,5 mil cirurgias e 13,7 mil internações.

Bianca Lima, da Agência Saúde DF

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