Governo do Distrito Federal
Governo do Distrito Federal
24/03/14 às 18h32 - Atualizado em 30/10/18 às 15h10

Agilidade em atendimento salva vida de pacientes no HBDF

COMPARTILHAR

120 minutos foi o tempo total entre o atendimento, o diagnóstico e a entrada do paciente no centro cirúrgico

No dia 19 de março, o envolvimento e a agilidade dos profissionais de saúde do Hospital de Base do Distrito Federal (HBDF) salvaram a vida de um paciente que deu entrada na unidade em estado grave. Rapidamente foi atendido pela equipe de cardiologia que definiu o diagnóstico de infarto.

O paciente entrou rapidamente para o Centro Cirúrgico sendo o tempo entre o resgate, o diagnóstico e o início do procedimento cirúrgico de apenas 120 minutos. Hoje o paciente está estável e se recuperando na Unidade de Terapia Intensiva – UTI.

O cardiologista do HBDF, Osório Rangel, afirmou que a eficiência, a competência e o compromisso dos funcionários do hospital, desde o resgate até o diagnóstico e realização da cirurgia foram essenciais para que hoje o paciente esteja com vida.

Na sexta-feira (21), ocorreu caso idêntico com outro paciente que também teve a vida salva devido ao rápido atendimento realizado pela equipe de resgate e da cardiologia.

O HBDF é referência no atendimento a pacientes com traumas e neurocardiovascular. No Centro Neurocardiovascular são 18 enfermeiros, 42 técnicos de enfermagem e mais de 20 médicos com especialidade em cardiologia, neurocirurgia e neurologia que atendem 158 pessoas por mês. Em média, de dez pessoas atendidas com AVC e infarto, no neurocardio, nove são salvas, boa parte sem necessidade de UTI. A unidade conta ainda com dez leitos com suporte de equipamentos avançados para salvar vidas. 

O Serviço de Emergência e o Ambulatório do HBDF somados atendem mais de 400 mil consultas por ano.

A agilidade no atendimento também se deve ao sistema de classificação de risco implantado nos hospitais da Rede Pública desde janeiro onde o atendimento é realizado de acordo com a classificação de cada paciente, a cor vermelha indica atendimento imediato, em que há alto risco de morte para o usuário, tendo prioridade entre os demais presentes na Emergência. A cor laranja também representa um caso grave e significa maior prioridade de atendimento, a cor amarela indica que o paciente precisa entrar em atendimento com urgência, já as cores verde e azul são casos sem gravidade, em condições de aguardar por mais tempo.  A SES/DF orienta que os casos classificados nessas cores podem ser atendidos em centros de saúde próximos das residências dos pacientes, ou seja, não há necessidade de se dirigirem a um hospital, à espera de assistência. 

Por Bianca Lima, da Agência Saúde DF
Atendimento à imprensa:
(61) 3348-2547/2539 e 9862-9226