Governo do Distrito Federal
Governo do Distrito Federal
7/01/21 às 16h46 - Atualizado em 7/01/21 às 17h27

Alimentos produzidos na horta solidária da UBS 1 do Guará já estão sendo doados

COMPARTILHAR

Hortaliças vão compor o cardápio de uma creche que atende famílias de baixa renda na Estrutural

 

JOHNNY BRAGA

 

Alimentos foram produzidos em canteiros montados em um terreno da UBS 1 do Guará – Foto: Geovana Albuquerque/Agência Saúde DF

A equipe da UBS 1 do Guará presta serviços à população não só por meio de atendimentos médicos. No ano passado, uma horta solidária foi criada em um terreno da unidade, em parceria com a Empresa de Assistência Técnica e Extensão Rural do DF (Emater), com objetivo de fornecer hortaliças a instituições que produzam alimentos para distribuí-los a pessoas carentes da região Centro-Sul.

 

A horta foi idealizada pela assessora da superintendência da Região de Saúde Centro-Sul Valdenice Oliveira. Em novembro, as sementes das verduras foram semeadas, além de algumas mudas e, agora, as hortaliças já estão prontas para serem colhidas. Valdenice explica que os alimentos irão compor o cardápio da Casa de Apoio Artes e Sonhos – uma creche que cuida de 42 crianças, ajuda 60 famílias na Estrutural e vive de doações.

 

Produção de hortaliças conta com apoio da Emater em parceria com a equipe da UBS 1 do Guará – Foto: Geovana Albuquerque/Agência Saúde DF

Mesmo durante a pandemia, a creche continuou fazendo esse trabalho e ajudando essas famílias. Tendo em vista que as doações reduziram, então, segundo as palavras da Márcia, que cuida da creche, “esse tipo de ajuda passou ser importante na alimentação tanto das famílias quanto das crianças atendidas no local, pois ela vai reabrir o espaço no dia 25 de janeiro”, explica.

 

O cultivo dos alimentos tem o suporte técnico da Emater. Na horta são produzidas folhas, como rúcula, alface, acelga e vegetais como cenoura, couve, repolho, beterraba, mandioca e couve-flor.

 

Grande variedade de folhas e legumes é produzida na unidade e doada a quem mais precisa – Foto: Geovana Albuquerque/Agência Saúde DF

De acordo com a superintendente da Região de Saúde Centro-Sul, Flávia Oliveira Costa, a ideia surgiu com o aumento no número de pessoas de baixa renda na região a partir do avanço da pandemia. “O cenário é de decréscimo econômico e financeiro da população em geral, havendo o aumento do desemprego, consequentemente da fome”, ressaltou a gestora.