Governo do Distrito Federal
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15/10/12 às 20h08 - Atualizado em 30/10/18 às 14h57

Brazlândia tem seminário de sensibilização sobre o ponto eletrônico

Servidores da Regional de Saúde de Brazlândia participaram quarta-feira (10) do Seminário de Sensibilização para instalação do ponto eletrônico. O encontro, no auditório do hospital, reuniu servidores da regional das diversas categorias profissionais, e contou com a participação do secretário-adjunto de Saúde, Elias Fernando Miziara, e da subsecretária de Gestão do Trabalho e da Educação em Saúde, Maria Natividade Gomes da Silva Teixeira.

Durante o seminário, Elias Miziara explicou que o ponto eletrônico é uma evolução natural do ponto de vista tecnológico. Além disso, é resultado de diversos pareceres e decisões judiciais e do Tribunal de Contas, além de atender as pressões exercidas pelo Ministério Público e da sociedade em geral, que querem, da parte da Secretaria de Saúde, um maior controle sobre a jornada de trabalho exercida pelos seus servidores.

O projeto piloto do ponto eletrônico foi implantado no dia 1º de outubro na Administração Central da Secretaria de Saúde e no Hospital de Base do DF. Nos próximos dias, será estendido às regionais de saúde da Asa Norte, Asa Sul e Planaltina. Em Brazlândia, o sistema estará pronto dentro de dois ou três meses.

De acordo com a subsecretária Maria Natividade, a modernização da gestão possibilita ao governo fazer o controle do servidor que foi contratado e também da sua produtividade. “Não podemos deixar de fazer uso das novas tecnologias, o que representa para a instituição uma melhor qualidade assistencial”, observou.

Para a subsecretária, “o ponto eletrônico representa valorização para o servidor que sempre trabalhou e uma forma de aprendizado para os que não cumprem suas jornadas de trabalho, já que, agindo dessa forma, ele não está sendo colaborativo e muito menos solidário com o colega”.

Com o Sistema de Registro de Frequência – SISREF, também será possível a obtenção de um maior controle e eficiência na apuração da frequência, além de possibilitar a confecção de um banco de horas, a importação e exportação de dados e um maior controle das jornadas e horários e dos horários de revezamento das escalas de serviço, dizem os técnicos que compõe a comissão de controle e implantação do novo registro de frequência.

Arielce Haine