Governo do Distrito Federal
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19/02/14 às 12h27 - Atualizado em 30/10/18 às 15h10

Planaltina recebe ações do Circuito de Ocupação Cultural para Saúde

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Servidores do Centro de Saúde n° 01 de Planaltina participam de oficina sobre o tema

Profissionais do Centro de Saúde nº1 de Planaltina participaram nesta terça-feira (18) de uma oficina sobre a importância do cordel e da sua utilização dentro da saúde.  As ações fazem parte do Circuito de Ocupação Cultural para Saúde, que leva atividades ludicas para os pacientes. O evento contou com a visita da enfermeira e escritora Onã Silva, que apresentou o mundo da literatura de cordel e de que maneira pode levar informação de fácil assimilação ao usuário.

A escritora Onã Silva é autora do primeiro livro sobre historias da enfermagem utilizando a literatura de cordel. Em “Histórias da Enfermagem no Universo de Cordel”, ela aborda temas relacionadas à vida dos profissionais da área, exaltando as lutas da categoria, os personagens históricos e as experiências vividas ao longo de 26 anos de trabalho.

Segundo Onã Silva, o cordel usa de uma linguagem de fácil assimilação, descontrai, comunica o assunto com mais facilidade, e pode ser aplicado com temas referente à saúde. “Educação, cultura e arte fazem parte do projeto, e como artista estou aqui para estimular os servidores a usarem a criatividade”, afirma.

Para a gerente do centro de saúde n° 01 de Planaltina, Luciene Arakaki, o projeto é inovador, “além de abrir portas, contribui para que a relação entre os servidores seja humanizada”, disse.

Amador Soares, enfermeiro e músico do centro de saúde n°01 de Planaltina, utiliza-se da música como estratégia de aproximação, “ela me aproxima das pessoas, cada um de nos temos um potencial e devemos lapidar para beneficiarmos as pessoas”, explica.

A iniciativa faz parte das atividades do Circuito de Ocupação Cultural para Saúde, uma parceria entre a Fundação Osvaldo Cruz (Fiocruz) e Governo do Distrito Federal, por meio das Secretarias de Cultura e de Saúde. O projeto tem como objetivo por meio da Cultura, tornar os ambientes de saúde mais acolhedores, mostrando aos profissionais da saúde a importância de um trabalho mais humanizado, que contribui para a recuperação dos pacientes e para qualidade de vida dos servidores e do público que frequenta estes espaços.

Hospital de Ceilândia, Centro de Atenção Psicossocial de Taguatinga, e a Fiocruz Brasília também receberão atividades culturais por três meses para servidores e usuários.

Por Tatiane Gomes, da Agência Saúde DF
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