Governo do Distrito Federal
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9/05/18 às 17h42 - Atualizado em 30/10/18 às 15h19

Curso ensina profissionais da saúde a lidar com a morte

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A Escola de Aperfeiçoamento do Sistema Único de Saúde (Eapsus) iniciou, nesta quarta-feira (9), a terceira turma de Tanatologia, que estuda o fenômeno da morte humana.

 

O objetivo é aprimorar as competências dos profissionais da Secretaria de Saúde em lidar com o sofrimento e a morte, no contexto de assistência integral e em equipe, especialmente nos serviços que lidam com situações extremas e de terminalidade de vida.

 

“Esse é o estudo da finitude humana, da morte e do morrer e os fenômenos relacionados: envelhecimento, luto, perdas, especialmente em seus aspectos psicológicos, emocionais, espirituais e sociais”, disse chefe do Núcleo de Treinamento e Avaliação (NTA), da Gerência de Desenvolvimento de Projetos (GDP/Eapsus), Renato Rodrigues Camarão.

 

O curso é promovido pela Escola de Aperfeiçoamento do SUS (EAPSUS/Fepecs). A carga horária é de 80 horas, sendo 64h em atividades presenciais e 16h em atividades de dispersão, com um projeto final de intervenção nos serviços de saúde.

 

Participam 29 profissionais de diversas categorias, sendo que o pré-requisito essencial é ser profissional da Secretaria de Saúde.

 

Entre os temas abordados estão: O Profissional de saúde, a morte e o sofrimento, História da morte no Ocidente e no Brasil, Olhar e representação social da morte, Fases psicoafetivas no enfrentamento da morte, Educação para a morte, Espiritualidade e morte, Trabalho em equipe, Luto, Cuidando de quem cuida, Comunicação, Sistema de Referência e contrarreferência, Rede e elaboração e apresentação dos Projetos de Intervenção.

 

“Essa é a terceira turma, que está sendo direcionada aos profissionais que lidam com Atenção Domiciliar, sendo as inscrições mediadas pela Gerência de Atenção Domiciliar. A preferência é para grupos de profissionais que atuem no mesmo serviço ou unidade, para permitir mudanças mais efetivas e eficazes nas realidades de serviço”, disse Rodrigues.

 

TEXTO: Ailane Silva, da Agência Saúde