Governo do Distrito Federal
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3/08/15 às 13h30 - Atualizado em 30/10/18 às 15h12

DF registra queda no número de casos de dengue

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Algumas regiões apresentaram redução de mais de 50%

BRASÍLIA (3/8/15) – O Distrito Federal continua a registrar queda no número de casos de dengue em comparação ao mesmo período do ano passado. Desde o início do ano até hoje (3) o DF registrou 8.499 casos confirmados da doença. No mesmo período do ano passado foram 11.199 registros.

Cidades como Fercal, Candangolândia e Núcleo Bandeirante tiveram uma diminuição expressiva. No ano passado elas apresentaram, respectivamente, 304, 119 e 105 casos. Este ano, os números caíram para 45, 30 e 38 casos. A Fercal teve uma redução em 85,2% da doença, em Candangolândia a redução foi de 74,8% e no Núcleo Bandeirante foram menos 63,8% de casos.

“Atribuímos essa redução a diversos fatores, dentre eles, há de se destacar a força-tarefa no combate ao mosquito Aedes Aegypti com o auxílio das Administrações Regionais, do Serviço de Limpeza Urbano (SLU), do Corpo de Bombeiros e Exército, que colaboraram nas ações em conjunto com os agentes de vigilância ambiental da Secretaria de Saúde”, destacou o subsecretário de Vigilância à Saúde, José Carlos Valença.

As ações de combate ao mosquito Aedes Aegypti, que causa também a febre chikungynya, são realizadas diariamente em todas as regiões administrativas do DF. Os agentes de vigilância ambiental fazem visitas domiciliares com o objetivo de procurar possíveis focos do mosquito, e eliminá-los caso sejam encontrados, além de prestar orientações de prevenção.

José Carlos destaca que é necessário que a sociedade também colabore no combate ao mosquito. “Já se verificou que o mosquito se desenvolve tanto na água limpa, quanto na suja. Portanto, é necessário que o morador faça semanalmente uma inspeção em sua residência para identificar se não existe nenhum possível criador do mosquito como, caixa d'água destampada, vaso de planta com água, garrafas destampadas e lixo fechado de forma incorreta. São ações simples que fazem toda a diferença”.

Confira aqui o Informe Epidemiológico completo.