Governo do Distrito Federal
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1/10/15 às 19h46 - Atualizado em 30/10/18 às 15h13

Dival realiza o Terceiro Levantamento de Índice Rápido do Aedes aegypti

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Amostragem indica a quantidade de focos do mosquito por região

BRASÍLIA (1/10/15) – Durante toda essa semana a Diretoria de Vigilância Ambiental em Saúde (Dival) está realizando nas regiões administrativas do DF o Terceiro Levantamento de índice Rápido do Aedes aegypti (LIRAa) de 2015. O estudo é uma metodologia que permite mapear, por meio do Índice de Infestação Predial (IIP), a quantidade de residências com focos das larvas do mosquito transmissor da dengue, chikungunya e zika vírus.

Durante o levantamento, os agentes de Vigilância Ambiental em Saúde realizam inspeção, através de visita domiciliar, identificam focos e coletam as larvas para identificação em laboratório. Os depósitos com presença de larvas são removidos, destruídos ou tratados e contabilizados ao término da atividade. Os resultados gerados são utilizados para definição da programação das ações de controle vetorial, educação e manejo ambiental.

“O LIRAa permite, de uma forma rápida, identificarmos a situação das larvas em cada localidade. Isso garante que as ações de mobilização ocorram com mais eficácia nessas regiões. Com este levantamento é possível também sensibilizar e direcionar o olhar da população para os problemas identificados nas regiões”, informa a diretora da Dival, Vaneide Pedi.

As amostragens anteriores foram realizadas em janeiro e março deste ano. O Ministério da Saúde preconiza que sejam realizados três levantamentos anuais. O Índice de Infestação Predial do LIRAa de março foi de 1,69%, o que colocou o DF na classificação de alerta, e teve como depósitos predominantes vasos e frascos com água, bebedouros, depósito de obras, cisternas, captação de água (poço, cacimba), caixa d'água, latas de lixo e entulhos.

PREVENÇÃO – Como o ciclo de vida do vetor depende da existência de depósitos, sua eliminação é determinante para evitar o risco de transmissão da doença. Com a chuva, os locais expostos nas residências passam a ter água disponível para a postura dos ovos do mosquito, vetor e seu desenvolvimento. Por isso, os cidadãos devem concentrar esforços para eliminar qualquer tipo de material que sirva de criadouro. Semanalmente, devem recolher sucatas, remover materiais que não são mais utilizados e fazer o descarte adequado.

Confira aqui os levantamentos anteriores.

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