Governo do Distrito Federal
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24/05/19 às 9h08 - Atualizado em 24/05/19 às 9h12

Equipes de saúde da família focam no combate à dengue

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Profissionais da Região Sudoeste fazem ações diárias nas unidades em parceria com a comunidade

 

As Unidades Básicas de Saúde (UBS) da Região de Saúde Sudoeste vem desenvolvendo um intenso trabalho junto à comunidade na prevenção e combate ao Aedes aegypti e às arboviroses. As ações acontecem desde o acolhimento dos pacientes pelas equipes de saúde da família até as atividades nas escolas e com grupos da comunidade.

 

“Quando faço o acolhimento nas triagens, explico aos pacientes sobre como prevenir a dengue e distribuo folheto com as orientações, além de tirar as duvidas”, conta a técnica em enfermagem Lúcia Nilva de Sousa Queiroz. Ela faz parte da Equipe Vermelha da UBS 9 de Samambaia. E esse trabalho individualizado é seguido por outras equipes e unidades da região.

 

Para a superintendente da Região de Saúde Sudoeste, Lucilene Florêncio, “este é um trabalho de formiguinha, uma ferramenta eficaz de conscientização. A dengue é uma doença que deve ser vencida eliminando-se o mosquito transmissor e, para isso, é preciso a colaboração de cada pessoa. Com menos pessoas com dengue, poderemos proporcionar um atendimento mais ágil a quem chega em busca de atendimento médico, seja na UBS, na UPA ou hospital. Nosso objetivo é ter cada vez menos pessoas adoecidas”.

 

COMUNIDADE – As unidades também organizam, periodicamente, atividades nas escolas da área de abrangência. Buscam envolver estudantes de todas as idades, professores e pais. Para conquistar as crianças e adolescentes, os servidores abusam da criatividade e adotam atividades lúdicas, teatro, pintura de rosto, tudo para conquistar novos pequenos agentes.

 

Gerente da UBS 7 de Taguatinga, Damaura Santigo acredita que o trabalho realizado nas escolas traz resultado positivo. “A maioria dessas crianças passa a observar os possíveis criadouros em todos os locais por onde passam e tem a capacidade de levar essa orientação aos pais também. As crianças são curiosas, atentas e, na maioria das vezes, muito ativas”, avalia.

 

Além da prevenção, também é apresentado o ciclo de vida do mosquito, a identificação dos sintomas da doença e o tratamento.

 

PRÁTICAS INTEGRATIVAS – Outra estratégia que vem sendo utilizada é a mobilização da comunidade através das práticas integrativas, chamando os grupos de idosos com suas danças, grupos de automassagem e outros para também participar das palestras e oficinas dentro da unidade.

 

Esta também é uma oportunidade utilizada pelos agentes para aferir a pressão artéria e fazer a testagem da glicose.

 

Josiane Canterle, da Agência Saúde

Fotos: Divulgação/Saúde-DF