Governo do Distrito Federal
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4/05/20 às 17h43 - Atualizado em 6/05/20 às 10h25

Ação do GDF recolhe no Paranoá sucatas com focos do mosquito Aedes aegypti

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Operação tirou 10 veículos abandonados das ruas da região administrativa

 

Dez sucatas com focos do mosquito Aedes aegypti foram retiradas, nesta segunda-feira (4), das ruas do Paranoá, durante a operação DF Livre das Carcaças, deflagrada pelo Governo do Distrito Federal com o suporte de agentes de Vigilância Ambiental.

 

“Retiramos as sucatas que acumulavam água e serviam de berçário para o mosquito. Além disso, conversamos com moradores donos de outras carcaças, conscientizando-os a cobrirem-nas com lona ou guardá-las em suas garagens e locais protegidos”, informou o diretor de Vigilância Ambiental da Secretaria de Saúde, Edgar Rodrigues.

 

A operação, coordenada pela Secretaria de Segurança Pública, conta com o suporte dos agentes de Vigilância Ambiental, administrações regionais, além dos equipamentos do Detran e da Polícia Militar, que incluem veículos e guinchos para movimentar e carregar grandes cargas.

 

À frente da ação, o coordenador dos Conselhos Comunitários de Segurança do Distrito Federal, Marcelo Batista, informou que a operação já passou por várias regiões, como Ceilândia, Plano Piloto, Samambaia, Guará e Candangolândia. Inclusive, as equipes devem retornar a Ceilândia, nesta quarta-feira (6), devido ao número de casos de dengue na região.

 

“Já mapeamos cerca de 300 carcaças por lá. Por serem criadouros do Aedes, as sucatas podem ser um dos motivos do grande número de pessoas com dengue em Ceilândia. Por isso, vamos retirar de lá as carcaças que estão colocando em risco a saúde e a segurança pública”, comentou Marcelo Batista.

 

Assim que levadas pelos guinchos, as sucatas são transportadas até um dos pátios do Departamento de Estradas de Rodagem (DER) em Samambaia, para não ficarem expostas às chuvas. Ocasionalmente, agentes de Vigilância Ambiental também passam larvicidas nas carcaças, a fim de evitar qualquer disseminação do Aedes aegypti.

 

Texto: Leandro Cipriano, da Agência Saúde
Fotos: Divulgação/Saúde-DF