Governo do Distrito Federal
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10/03/15 às 20h55 - Atualizado em 30/10/18 às 15h12

Gestores e servidores da Secretaria de Saúde discutem modelo de assistência

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Diagnóstico servirá para traçar plano de ação a ser entregue ao secretário da pasta até 30 de março

BRASÍLIA (10/3/15) – Cerca de 70 pessoas, entre servidores e subsecretários da Secretaria de Saúde do Distrito Federal, participaram nesta terça-feira (10) de uma oficina para discutir os problemas no modelo de atenção à saúde do DF. A partir deste encontro será feito um plano de ação a ser entregue ao secretário de Saúde até 30 de março.

“Nós dividimos a discussão sobre o modelo de atenção em quatro grandes eixos: os problemas de gestão, de produção do cuidado, do modelo de regionalização e da nossa regulação assistencial”, conta a subsecretária de Planejamento, Regulação, Avaliação e Controle Suprac, Leila Gottems. “Montamos quatro grupos e cada um se debruçou sobre cada eixo e levantou os principais problemas. Ao final, teremos 10 grandes problemas que se intervirmos sobre eles, iremos alterar substancialmente o modelo de atenção à saúde do DF”, completa.

Para o secretário de Saúde, João Batista de Sousa, o tema tratado na oficina ainda deverá ficar em pauta por um tempo, “até que a gente consiga realmente fazer uma mudança no nosso modelo de assistência”, diz. Ele explica que atualmente 81% do orçamento da Saúde, que é de R$ 6 bilhões, é gasto com pessoal. “Temos um déficit de 4,5 mil profissionais na rede. E pretendemos ampliar os serviços, o que significa que vamos precisar de mais gente ainda. Então, a solução é realmente mudar o modelo”, observa.

COOPERAÇÃO TÉCNICA- A oficina desta terça-feira faz parte do Termo de Cooperação Técnica assinado entre o GDF e o Ministério da Saúde, em janeiro deste ano. Segundo Leila Gottems, foram criados seis grupos de trabalho. “Temos um de orçamento e planejamento, que já fez o diagnóstico da situação orçamentária. Tem ainda um grupo de vigilância, um de recursos humanos, outro de infraestrutura e logística e um de assistência farmacêutica”, enumera.

Os grupos fazem reuniões periódicas para discutir as temáticas e no encontro desta terça-feira (10) encontraram-se membros dos outros grupos, além de pessoas chaves de hospitais, unidades básicas e unidades de pronto atendimento das regionais de saúde.

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