Governo do Distrito Federal
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27/06/14 às 21h12 - Atualizado em 30/10/18 às 15h11

HRAN é referência em tratamento da Psoríase

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300 pacientes recebem acompanhamento

 

O Hospital Regional da Asa Norte (HRAN) é referência no acompanhamento e tratamento da psoríase, reconhecida pela 67ª Assembleia Mundial da Saúde como doença crônica, grave e não transmissível. Cerca de 300 pacientes estão cadastrados e recebem orientação médica.

A psoríase é uma doença crônica, incurável, que causa vermelhidão e irritação na pele. Por esse motivo é uma enfermidade controlada conforme o grau de gravidade. “Quando a lesão é leve fazemos um tratamento com pomadas, mas quando vai de moderada a grave utilizamos medicação oral”, disse a coordenadora do ambulatório de Psoríase do HRAN, Letícia Oba.

O principal sintoma da doença são as placas vermelhas que, normalmente, atingem cotovelos, joelhos e couro cabeludo. Os pacientes cadastrados no ambulatório para acompanhamento da doença tiveram acesso por meio dos centros de saúde. “O paciente deve marcar consulta com um dermatologista da rede através da atenção básica, todos são habilitados para o tratamento, mas a unidade de referência é o HRAN”, acrescenta Letícia.

No HRAN, os cuidados com o paciente são realizados em conjunto com uma equipe multidisciplinar, pois além dos sintomas visíveis há uma série de comorbidades silenciosas como diabetes e pressão alta. “O tratamento envolve vários profissionais. Conforme outras doenças são detectadas, encaminhamos o paciente desde o psicólogo até o endocrinologista. Os atendimentos acontecem toda segunda-feira, no ambulatório de psoríase”, explica a coordenadora.

Veja alguns fatores que podem desencadear uma crise de psoríase ou tornar o tratamento mais difícil:

• Infecções bacterianas ou virais, incluindo infecções estreptocócicas e do trato respiratório superior;
• Ar seco ou pele seca;
• Lesões na pele como cortes, queimaduras e picadas de insetos;
• Alguns remédios como os antimaláricos, bloqueadores beta e lítio;
• Estresse;
• Falta de luz solar;
• Excesso de luz solar (queimadura solar);
• Excesso de álcool.

Luana Lemes, da Agência Saúde DF

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