Governo do Distrito Federal
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21/02/19 às 12h24 - Atualizado em 21/02/19 às 13h23

Infestação do Aedes é considerada satisfatória para o DF

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O primeiro Levantamento Rápido de Índices para o Aedes aegypti (LIRAa) do ano apontou dados satisfatórios em relação à presença de recipientes com larvas do mosquito. O índice de infestação predial ficou abaixo de 1%. Esse resultado demonstra uma redução, se comparado ao cenário captado no levantamento de fevereiro de 2018 (2,05%).

 

“São dados satisfatórios porque o índice de infestação predial ficou em 0,83%. Apesar da diminuição, estamos intensificando as ações, para reduzir ainda mais esse índice”, informa o responsável pela Diretoria de Vigilância Ambiental (Dival), Petrônio Lopes.

 

Ao todo, nove regiões administrativas apareceram com sinal de alerta, com índice entre 1% e 3,9%: Gama, Paranoá, Planaltina, SCIA, São Sebastião, Jardim Botânico, Park Way, Itapoã e Lago Norte.

 

O armazenamento de água para consumo humano continua sendo o depósito predominante. Outro fator é que, nesta época do ano, a chuva enche os depósitos com água e torna favorável a manutenção do ciclo de vida do mosquito Aedes aegypti.

 

O LIRAa é uma metodologia que permite o conhecimento de forma rápida, por amostragem, da quantidade de imóveis com a presença de recipientes com larvas do Aedes. Foram pesquisados 26.632 imóveis em todo o Distrito Federal.

 

PREVENÇÃO – A população, ao lado de polícias públicas, também é responsável nas ações de combate ao mosquito.

 

São exemplos de atitudes que devem ser tomadas: os locais escolhidos para o armazenamento de água e vasilhas usadas como bebedouros para animais domésticos devem ser limpos com escova e sabão; os recipientes para armazenamento de água deverão ser tampados com as tampas originais ou com uma tela de trama pequena, tecidos de tramas fechadas, de maneira a evitar o acesso do mosquito; as caixas d’água devem passar por limpeza regular e estar bem fechadas.

 

A Subsecretaria de Vigilância em Saúde também recomenda que os pratos sob os vasos de plantas sejam eliminados e, quando a ação não for possível, colocar areia nesses pratos para evitar o acúmulo de água. A cada 7 dias, ou semanalmente, a população deve vistoriar os reservatórios de água, recolher sucatas, remover materiais inservíveis e entulhos, dar descarte adequado a todo material removível, proteger materiais indispensáveis, limpar e consertar calhas e toldos.

 

Os resíduos ou lixo doméstico devem ser acondicionados adequadamente, protegidos das chuvas e ações de animais, até que o carro coletor faça seu recolhimento.

 

Alline Martins, da Agência Saúde
Foto: Matheus Oliveira/Arquivo-SES