Governo do Distrito Federal
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21/11/12 às 19h14 - Atualizado em 30/10/18 às 14h57

“Posso Ajudar” na UPA do Núcleo Bandeirante

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Encaminhamento imediato garante atendimento mais rápido

“Posso ajudar?” é a pergunta que os pacientes que procuram a UPA Núcleo Bandeirante ouvem assim que chegam ao local. A partir daí, tem inicio um “primeiro olhar” que pode resultar em um atendimento quase imediato, quando existe necessidade de urgência, ou que demore em média duas horas, quando o paciente for classificado como não urgente.

“O “Posso Ajudar” já existe em algumas unidades da rede, no entanto, o diferencial no Núcleo Bandeirante é que ele é feito com técnicos de enfermagem, profissionais treinados a fazer um encaminhamento quase imediato e garantir atendimento mais rápido a quem realmente necessita”, informa a coordenadora geral de Saúde da regional, Rita Cássia Paes Ribeiro.

“Logo que o paciente chega a UPA, o técnico de enfermagem do “Posso Ajudar?” expõe a nossa carteira de serviços. Esse é um primeiro momento muito importante porque evita que  ele se sinta deixado de lado”, completa a chefe de enfermagem Maura Lúcia dos Anjos, acrescentando que o entrosamento após o primeiro contato com o paciente facilita todos os demais trâmites dentro da UPA. “O nosso cliente sabe que está sendo observado, que não foi simplesmente esquecido na cadeira”, reforça.

Outro ponto considerado importante pelo primeiro atendimento de forma humanizada é que o paciente recebido na UPA torna-se um multiplicador de informações junto à comunidade. “Quem passa pelo nosso serviço fica sabendo que a UPA é uma unidade de pronto atendimento e que os casos crônicos não serão resolvidos aqui”, lembra a chefe de enfermagem.

Diego José Silva e Paula Alecrim são dois integrantes da equipe  de quatro  que atuam em cada turno do “Posso ajudar”. Posicionados antes do balcão de entrada, eles conversam com pacientes e orientam qual o procedimento a seguir, de acordo com cada caso. “Eles foram simples e objetivos”, resumiu o paciente Everton Marques Saúde, que mora em Arniqueiras e recorreu à UPA pela primeira vez.

Com uma infecção alimentar, Everton passou pela classificação de risco, mediu a pressão arterial e a temperatura, oxigenação pulmonar e frequência cardíaca. Depois de passar pela consulta médica foi encaminhado à sala de medicação, onde tomou soro e ficou em observação.

Arielce Haine