Governo do Distrito Federal
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30/10/18 às 16h32 - Atualizado em 30/10/18 às 18h09

Rede pública de saúde tem fila de mamografia zerada

Na rede pública do DF, 11 hospitais possuem mamógrafos – Foto: Matheus Oliveira/Arquivo-SES

 

A detecção precoce do câncer de mama, um problema que afeta mulheres e homens, é o principal foco da campanha Outubro Rosa. Estima-se que, até 2019, mais de 60 mil novos casos sejam diagnosticados no Brasil. A doença, que pode ser prevenida, tem rastreamento oferecido pela Secretaria de Saúde.

 

O principal exame é a mamografia. Na rede pública do Distrito Federal, 11 hospitais possuem mamógrafos e ofertam 5,4 mil vagas por mês – mais que o dobro da necessidade. Somente em 2017, foram realizadas 35.224 mamografias. Até outubro de 2018, foram mais 12.907 exames.

 

A investigação pode ser feita nos hospitais regionais de Taguatinga, Samambaia, Asa Norte, Sobradinho, Ceilândia, Gama, Santa Maria, Materno Infantil (Hmib), da Região Leste (Paranoá), além de Instituto Hospital de Base e do Centro Radiológico de Taguatinga.

 

ACESSO GARANTIDO – Cinco novos aparelhos digitais foram adquiridos pela Secretaria de Saúde e instalados no IHB, hospitais regionais de Taguatinga e Sobradinho, além de CRT e Hmib.

 

Para fazer o exame, é preciso passar por consulta médica em unidade básica de saúde. Todas as mulheres acima dos 50 anos de idade têm indicação de mamografia para prevenção. Desde julho de 2017, a fila para o exame está zerada. Atualmente, entre o pedido e sua realização, a espera é de apenas 10 dias.

 

O câncer de mama pode ser percebido nas fases iniciais, na maioria dos casos, por alguns sinais e sintomas: nódulo (caroço), fixo e geralmente indolor; pele da mama avermelhada, retraída ou parecida com casca de laranja; alterações no bico do peito (mamilo); pequenos nódulos nas axilas ou no pescoço; saída de líquido anormal das mamas.

 

O autoexame é fundamental para a detecção precoce da doença.

 

Alline Martins, da Agência Saúde