Governo do Distrito Federal
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25/09/19 às 9h16 - Atualizado em 25/09/19 às 9h27

Revitalização do parquinho alegra crianças internadas no HRT

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Mães comemoram a felicidade de seus filhos

 

Por alguns dias, o corredor da Pediatria, no segundo andar do Hospital Regional de Taguatinga (HRT), ficou mais escuro e um pouco triste. A porta que dá acesso ao parquinho ficou fechada e era grande a expectativa por sua reabertura. Tanto que a Isabela, de quatro anos, tratou logo de avisar à tia, Maristela Souto: “Vou almoçar tudo para eu ir para o parquinho”, toda entusiasmada.

 

E assim estava a pequena Bela, aproveitando todos os brinquedos. “Ela gosta muito de brincar. É muito ativa, gosta de correr, pular… É muito bom termos esse parquinho”, resumiu Maristela. Sua sobrinha está, há uma semana, no hospital realizando exames, mas ainda não teve um diagnóstico definitivo.

 

O parquinho infantil do HRT passou por uma revitalização, com pintura dos brinquedos, das grades e das áreas comuns. Também houve a troca da areia. O trabalho foi realizado pela empresa de manutenção, em contrato vigente e com o orçamento do próprio instrumento legal.

 

Jeane Maria Souza estava observando o filho, Jeanesson Ruan, 11 anos, brincar com as amigas que fez nos seus três dias de internação. Ela recorda do estado em que estava o local e diz que essa renovação era necessária.

 

“Foi muito boa a ideia de dar uma manutenção ao parquinho. Isso aqui é uma terapia. Eles ficavam perguntando: o parquinho está aberto? O parquinho está funcionando?”, conta Jeane, que cuida de seu filho, levado ao hospital com uma crise de bronquite asmática.

 

Quem chegou no mesmo dia que Jeanesson à Enfermaria Pediátrica foi Vitória Alice, de 8 anos. Sua mãe, Laiane Lustosa, conta que a menina levou uma queda, o que resultou em um trauma no rosto e no desenvolvimento de uma celulite infecciosa, que está sendo drenada.

 

Antes do funcionamento do parque, Laiane estava preocupada com a tristeza da filha. “A reabertura foi a melhor coisa, porque a menina ficava triste lá no quarto. Hoje mesmo as enfermeiras estavam preocupadas porque ela estava tristinha”.

 

Josiane Canterle, da Agência Saúde

Fotos: Mariana Raphael/Saúde-DF