Governo do Distrito Federal
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29/04/14 às 22h02 - Atualizado em 30/10/18 às 15h11

Saúde de Ceilândia investe em obras internas

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Ampliação de leitos e espaços para qualidade do atendimento

A Coordenação Geral de Saúde de Ceilândia (CGSC) tem investido em obras de pequeno e médio porte para proporcionar conforto e bem-estar a pacientes e servidores. Estão em andamento as reformas do Centro de Saúde 11, unidade de Radiologia, enfermaria Mãe Canguru e Centro Obstétrico do Hospital Regional (HRC).

Uma obra importante realizada foi a troca dos geradores e reforma da subestação de energia. “Recebemos dois equipamentos modernos com capacidade de gerar o dobro de força elétrica. Em caso de falta de luz os aparelhos são acionados automaticamente suprindo as áreas de emergência. A subestação de energia teve sua capacidade ampliada para mil kwa (quilo watts hora)”, relata o diretor administrativo da Coordenação, Sérgio Carvalho Bezerra .

O Centro de Saúde 11 (Expansão do Setor O) está passando por reforma completa com um investimento de R$ 1,3 milhão. Há um mês o centro foi fechado para revisão geral nas instalações hidráulica e elétrica, pintura, impermeabilização e troca de piso. A obra deverá ser concluída num prazo de oito meses. Durante esse período os pacientes serão atendidos no Centro de Saúde 7, da QNO 10.

O Centro Obstétrico é outro setor que passa por manutenção elétrica, hidráulica e pintura. “Estamos trocando os aparelhos de ar condicionado nessa unidade, recebemos dez aparelhos novos para amenizar o calor e melhorar a circulação de ar do local”, diz Sérgio Bezerra.

Na Radiologia está sendo montada uma sala para receber uma processadora de filme digital, que proporcionará a revelação de imagens sem processos químicos.

Na Pediatria está em andamento a obra para readequação de espaços para receber dez leitos da unidade de cuidados intermediários da Mãe Canguru (UCIN). Com isso a maternidade ampliará seus leitos de alojamento conjunto de 29 para 48.

Segundo o administrador, estão previstas as reformas da Farmácia e da Central de Material Esterilizado (CME).

Por Júlio Duarte, da Agência Saúde DF