Governo do Distrito Federal
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13/02/14 às 14h51 - Atualizado em 30/10/18 às 15h10

Saúde faz sensibilização para Gestão de Custos em Planaltina

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Projeto piloto será disseminado em todo o Brasil

 

 

Servidores do hospital de Planaltina participaram, nessa quarta-feira (12), de uma sensibilização para o Programa Nacional de Gestão de Custos (PNGC), criado pelo Ministério da Saúde. A Secretaria de Saúde do Distrito Federal assinou um termo de cooperação técnica-operacional com o MS, para a implantação do programa de Gestão de Custos em saúde no DF, participando como projeto piloto. Após aprovação, será disseminado em todo o Brasil.

O programa é o conjunto de ações que visam promover a gestão de custos no âmbito do SUS por meio da geração, difusão e aperfeiçoamento de informações relevantes a custos e assim todos adotem de forma efetiva a ferramenta gerencial de Gestão de Custos em todas as unidades de saúde para promover melhor uso dos recursos públicos e a qualificação da gestão em saúde.

Com o programa funcionando em toda a rede, espera-se que haja maior controle, possibilitando, por exemplo, comparar unidades com o mesmo perfil e medir os custos de um paciente no Sistema Único de Saúde (SUS). “A transparência e a precisão das informações serão a ferramenta de decisão fundamental para a tomada de decisão dos gestores”, relata supervisora da implantação da Gestão de custos do DF, Inez Cristina Ortega Cardoso.

O programa contará ainda com uma ferramenta desenvolvida especificamente para ajudar na apuração dos custos, o software chamado APURASUS. O programa promete fornecer de forma estruturada e padronizada as informações necessárias para os gestores tomarem decisões sobre como alocar os recursos. “Os coordenadores e diretores conhecerão melhor a realidade de sua regional e assim gastarão com mais qualidade”, relata Inez.

Entre as regionais que participam do projeto piloto, está o Hospital Materno Infantil de Brasília (HMIB), Hospital de Base, Hospital de Taguatinga, Hospital de Ceilândia, Hospital de Santa Maria, o HRAN, Hospital de Sobradinho. Hospital de Gama, Hospital São Vicente, Hospital da Criança, UPA do Recanto das Emas e a UPA de São Sebastião e agora o Hospital de Planaltina.

Segundo a chefe do Núcleo de Custos do hospital do HRPL, Sara Loreto, o monitoramento dos gastos vai possibilitar uma gestão mais efetiva. “Os setores passaram a fornecer continuamente as informações que precisamos para um planejamento mais apurado”, diz.

A coordenadora-geral de saúde de Planaltina, Mônica Rocha Rodrigues, destaca a importância do programa. “tomaremos decisões baseadas em dados fidedignos a realidade, que certamente proporcionará vantagens tanto para o servidor, como para o usuário”, conclui.

Tatiane Gomes