Governo do Distrito Federal
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21/11/18 às 17h37 - Atualizado em 22/11/18 às 12h32

Saúde Mental apresenta balanço de 2018

Evento apresentou balanço e ações desenvolvidas no setor

 

A Diretoria de Serviços de Saúde Mental (Dissam), da Secretaria de Saúde, apresentou, nesta quarta-feira (21), o balanço das atividades desenvolvidas ao longo de 2018 e também as ações em andamento que devem ser concluídas em breve.

 

O encontro foi aberto pelo coordenador de Redes e Integração de Serviços, Fábio Pires, que parabenizou a todos pelo trabalho desenvolvido e lembrou da importância de se pensar em políticas de saúde mental atualmente.

 

“As pessoas estão adoecendo mentalmente e precisamos estar atentos a isso. Porque se problemas como ansiedade e depressão não forem tratados a tempo, podem ser tornar incapacitantes”, destacou.

 

A diretora de Serviços de Saúde Mental, Giselle de Fátima Silva, destacou que o balanço apresentado nesta quarta-feira é motivo de comemoração. “A gente só ouve falar de problemas, então, resolvemos mostrar as nossas entregas produtivas. E vale destacar que saúde mental não é feita só pela Dissam, mas por todas as outras subsecretarias também”, lembrou.

 

POSITIVO – A diretoria destacou 24 ações importantes desenvolvidas neste ano. Entre elas, a inauguração de um centro de atenção psicossocial (Caps), em Brazlândia, o matriciamento de saúde mental na atenção primária e o Aposente Bem!

 

As gerências da diretoria também apresentaram seus resultados. Destaque para o Adolescentro e para o Centro de Atenção Psicossocial Infantil (Capsi) de Taguatinga, que receberam o “Selo de Qualidade de Serviços para Adolescentes – Chega Mais”, iniciativa do Fundo de População das Nações Unidas (UNFPA), que busca o reconhecimento de profissionais e serviços públicos de saúde que trabalham no cuidado e atenção de adolescentes.

 

“Além do selo, nós desenvolvemos outras várias ações este ano, como participar de treinamento com conselhos tutelares em transição de gênero, a intervenção em crise com pacientes jovens com ideação suicida e a inauguração da sala de integração sensorial”, destaca a gerente do Adolescentro, Ana Paula Oliveira.

 

No caso do Capsi, o destaque ocorreu na sensibilização de famílias e servidores para a questão do suicídio. “Também começamos com a residência multiprofissional, o que tem contribuído para a formação e para a construção de um serviço cada vez melhor para a nossa comunidade”, frisou a gerente da unidade, Kelly Cristina Vieira.

 

SEM FILAS – Outro balanço positivo foi o do Centro de Atenção Psicossocial II do Riacho Fundo I, que passou a atender por demanda espontânea e, assim, reduziu a zero a fila de espera.

 

“Antes, o acolhimento era agendado e, desde abril, o Caps passou a funcionar, de fato, com portas abertas, com acolhimento e administração de crises. Assim, a fila que era de 600 pessoas, hoje não existe mais”, comemora a gerente da unidade, Alanna Mara.

 

Alline Martins, da Agência Saúde

Fotos: Breno Esaki/Saúde-DF

 

Saúde Mental apresenta balanço de 2018