Governo do Distrito Federal
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31/07/13 às 18h45 - Atualizado em 30/10/18 às 15h06

Saúde realiza II Seminário de Doenças Emergentes do Distrito Federal

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A partir desta quinta-feira (1º de agosto) até o dia 6 de setembro estarão abertas as inscrições para o II Seminário de Doenças Emergentes do Distrito Federal, que será realizado dias 10 e 11 de setembro, na Fiocruz/DF, localizada no Campus Universitário Darcy Ribeiro, glega A, SC 04, na L3 Norte, atrás do Hospital Universitário (HUB). 

São oferecidas 160 vagas para profissionais de saúde e interessados no tema que poderão se inscrever pelo e-mail: capacita.endemiasdf@gmail.com.

Durante o seminário será discutida a epidemiologia e manejo clínico de hantavirose, malária, doença de Chagas aguda, febre maculosa e febre amarela, com o objetivo de sensibilizar os profissionais de saúde, no diagnóstico e início precoce do tratamento destas doenças tropicais.

As doenças emergentes e re-emergentes sempre apresentam letalidade mais alta nas áreas de transmissão recente, pelo desconhecimento do quadro clínico, pelos profissionais de saúde, especialmente médicos, e conseqüente retardo na suspeita, diagnóstico e tratamento, provocando seqüelas irreversíveis e mortes.

O Distrito Federal tem uma situação epidemiológica peculiar, pois, Brasília sendo a capital do país, abriga os órgãos da administração pública brasileira, empresas e organismos internacionais, recebe viajantes do Brasil e de outros países, para negócios, lazer e grandes eventos.

Devido a características da vida da cidade, muitas famílias moram ou freqüentam regiões periurbanas e rurais, embora, vivam no centro urbano. Este fato tem exposto a doenças tropicais tipicamente rurais como hantavirose, febre amarela silvestre e febre maculosa.

Por estes motivos a Secretária de Saúde, por meio do Núcleo de Controle de Endemias/GDCAT, da Diretoria de Vigilância Epidemiológica, realizarão o II Seminário de Doenças Emergentes do DF, com enfoque prático, para sensibilizar e discutir com profissionais que prestam assistência nas unidades de saúde do DF.

Frederico Prado