Governo do Distrito Federal
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7/02/14 às 10h38 - Atualizado em 30/10/18 às 15h10

Saúde visita áreas estratégicas para a construção da UPA-Estrutural

Local a ser definido deverá ter 6 mil metros quadrados

A coordenadora regional de Saúde do Guará, Maroa Santiago, juntamente com a coordenadora das UPAS do DF, Cristiane de Aguiar, e o administrador do Guará, Carlos Nogueira, visitaram algumas áreas na região do Jokey Club de Brasília para a instalação da UPA – Estrutual. O encontro foi para estudar a melhor localização. A unidade atenderá as regiões de Vicente Pires, Águas Claras, SCIA-Estrutural, SIA, Guará I e II e Lúcio Costa.

O local a ser definido deverá ter 6 mil m². Só de área construída serão 2,4 mil m². Além disso, deverá ter acesso fácil para a população. Cristiane Aguiar afirma que a visita técnica é essencial para discutir a melhor localização que irá atender a população. “O objetivo hoje é rever questões técnicas externas pertinentes à localização e área adequada. Já temos a verba o que precisa ser definido o quanto antes é um local”, declarou.

Estão destinados nove milhões de reais para a construção. A UPA-Estrutural é de porte III e é estimada para uma população de 200 mil a 300 mil pessoas. Sua capacidade diária de atendimento é de 300 até 450 pacientes. Com 20 leitos para observação pré-hospitalar. As especialidades básicas são pediatria, clínica médica e odontologia.

Nas unidades, os pacientes são avaliados de acordo com a classificação de risco, podendo ser liberados ou permanecer em observação por até 24 horas, ou se necessário, serão removidos para um hospital de referência. As quatro Unidades de Pronto Atendimento (UPA) do Distrito Federal fecharam o ano de 2013 com mais de 525 mil atendimentos.

Por dia, 1.607 pacientes, em média, receberam assistência médica nas unidades do Núcleo Bandeirante, Recanto das Emas, Samambaia e São Sebastião. A Secretaria de Saúde (SES/DF) prevê a construção de mais sete unidades em 2014.

O projeto UPA 24h integra, além dos hospitais, o Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (SAMU/192), que organiza o fluxo de atendimento e encaminha o paciente ao serviço de saúde adequado à situação. Segundo Maroa Santiago, a emergência do Hospital Regional do Guará é sobrecarregada porque não comporta a população que busca o atendimento.
“A UPA-Estrutural vai melhorar o fluxo da emergência. O DF cresceu e o nosso hospital continua do mesmo tamanho. Esse serviço é essencial para desafogar o pronto-socorro. Em paralelo, a cada dia estamos melhorando a nossa atenção básica como, por exemplo, na ampliação do programa Saúde da Família”, afirmou.

As unidades fazem parte da Política Nacional de Atenção às Urgências e foi criada em 2002, para prestar atendimento de média complexidade, como vítimas de acidentes e problemas cardíacos. Contribuem para desafogar as urgências dos hospitais do SUS e reduzir o tempo de espera por atendimento.

Por Érika Bragança, da Agência Saúde DF
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