Governo do Distrito Federal
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11/03/13 às 14h39 - Atualizado em 30/10/18 às 14h58

Servidores de Samambaia participarão de curso sobre acolhimento

A importância do acolhimento no processo de humanização dos serviços de saúde

Perspectivas do acolhimento nos serviços de saúde. Esse é o tema do curso que será realizado nos dias 12 e 19 deste mês para os servidores da Regional de Saúde de Samambaia. O objetivo é orientar os profissionais sobre o papel do acolhedor e reforçar que qualquer um deles pode assumir essa função nas unidades.

O curso será realizado na Clínica da Família da Quadra 122 de Samambaia Sul, das 8h às 12h. Profissionais de todas as áreas poderão participar. A primeira turma, que será no dia 12, é destinada aos servidores dos centros de saúde, clínicas da família e unidades básicas de saúde. A turma do dia 19 envolverá os servidores da UPA e do Hospital Regional de Samambaia – HRSam.

A enfermeira supervisora do acolhimento no HRSam, Cláudia Almeida, esclarece a importância do acolhimento no processo de humanização dos serviços de saúde. “É preciso desmistificar a ideia de que há servidor e local específicos para o acolhimento. Qualquer um de nós, seja da área que for, pode exercer o papel de acolhedor. Ouvir, orientar e acolher faz parte do acolhimento”, informa.

De acordo também com a supervisora, o acolhimento é a porta de entrada das unidades. “Às vezes a pessoa chega ao hospital, por exemplo, para obter apenas uma informação e os profissionais abordados precisam acolhê-la bem”, ressaltou a enfermeira.

Classificação de risco

A enfermeira supervisora explica ainda que há uma diferença entre acolher e classificar. Segundo ela, os pacientes que chegam ao hospital devem ser acolhidos (recepcionados), ou seja, ouvidos, orientados e, em seguida, direcionados, quando for o caso, para a classificação de risco, onde o enfermeiro avaliará o risco do paciente diante da patologia apresentada. Para a enfermeira, o acolhimento ajuda a “organizar os serviços de saúde”.

O atendimento é priorizado conforme a gravidade, que é identificada pela cor. A cor vermelha determina emergência, o atendimento é imediato; a amarela, urgência; a verde, pouco urgente e a azul, não urgente, em que o paciente poderia ter procurado um centro de saúde ou uma clínica da família.

Iêda Oliveira