Governo do Distrito Federal
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11/03/16 às 13h48 - Atualizado em 30/10/18 às 15h14

Servidores tiram dúvidas sobre as novas regras de escalas

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Comissão de pontos visitará 22 unidades de saúde para esclarecer portaria

BRASÍLIA (11/03/16) – A Comissão do Ponto Eletrônico e das Escalas da Secretaria de Saúde começou a visitar, nesta quinta-feira (10), as unidades da rede para esclarecer as dúvidas sobre as novas regras, publicadas no Diário Oficial de 3 de março, e que serão efetivamente cobradas a partir de abril. O grupo passará por 22 unidades de saúde.

O Hospital de Base do DF foi a primeira unidade que recebeu a visita da comissão. A enfermeira da unidade, Thaís Fernandes, ressaltou que não entendeu várias partes das novas regras e que a apresentação é de fundamental importância para que a escala se cumpra. “Grifei na própria portaria as questões que estava em dúvida e somente agora estou começando a compreender.”

O conteúdo será repassado aos diretores, gerentes e chefes de cada setor para que eles disseminem a informação entre os servidores. “A portaria já está valendo, apenas queremos conscientizar o público-alvo com este período de adaptação”, destacou o presidente da comissão, Tiago Amaral. Segundo ele, após este período, o descumprimento das novas regras pode resultar em advertência ou até demissão.

Em relação à portaria, o presidente da comissão disse que o registro do horário de refeição ou descanso gerou muitas dúvidas entre os servidores. A portaria fala que deve haver um registro mínimo de intervalo de pelo menos uma hora, os cinquenta minutos é uma regra do sistema para que o servidor não faça registros inferiores. ” Demos uma tolerância de dez minutos para não congestionar, imagina todos do hospital marcando 12h”, destacou Tiago.

Histórico – Em 2013, foi criada uma regra em que a pessoa precisaria registrar o horário de almoço de no mínimo uma hora, ação que estava sendo utilizada de forma indevida. O sistema estava configurado para uma tolerância de dez minutos, só que isso gerou um grande problema. “Tinha gente que registrava meio dia e daí registrava novamente dez minutos depois e ia almoçar. Queremos coibir problemas como esse”.

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