Governo do Distrito Federal
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9/11/12 às 19h53 - Atualizado em 30/10/18 às 14h57

Terceiro turno já funciona no centro de saúde 02, do Núcleo Bandeirante

A Secretaria de Saúde implantou, no último dia 5 de novembro, o terceiro turno de atendimento no Centro de Saúde 02 do Núcleo Bandeirante, localizado na terceira avenida. Com a medida, o centro oferecerá aos moradores da cidade consultas nas áreas de clínica médica, ginecologia e pediatria, de 7 às 22h, de segunda a sexta-feira.

Segundo a coordenadora de Saúde do Núcleo Bandeirante, Rita Cássia Paes Ribeiro, a criação do terceiro turno facilitará o atendimento das pessoas que trabalham durante o dia e não tem como ir às consultas em horário comercial. O mesmo serviço já é oferecido nas demais cidades que compõe a regional, tanto no Riacho Fundo como na Candangolândia.

Ainda de acordo com a coordenadora, a ampliação para atendimento noturno somente foi possível após a transferência do serviço de pronto atendimento (PA), que era oferecido no CS 02, para a UPA, inaugurada em setembro.

“A UPA fortaleceu o centro de saúde, que além das consultas regulares, continuará fazendo a aferição da pressão arterial de todos que aqui vierem e também contará com quatro vagas na agenda de cada médico para pacientes que precisam de atendimento imediato”, explicou a médica, ressaltando que antes o PA funcionava de forma precária no Centro de Saúde e agora passou a oferecer o que há de melhor para a população graças à UPA.

Mesma opinião compartilha o diretor de Atenção à Saúde da Regional, Pedro Costa Zancanaro, que, juntamente com a coordenação e a diretoria administrativa, vem mantendo vários encontros com líderes comunitários e comerciantes do Núcleo Bandeirante, que pedem a manutenção do Pronto Atendimento no Centro de Saúde. Nesses encontros, eles explicam que o retorno ao antigo tipo de atendimento é totalmente inviável.

Munido de um relatório, de julho deste ano, no qual a Vigilância Sanitária condenou as condições de funcionamento do antigo PA, o diretor explicou que com a transferência para a UPA, tanto os moradores da cidade, como de outras localidades vizinhas, passaram a contar com exames de diagnóstico, equipe especializada e tudo o que é necessário para um pronto atendimento, incluindo serviços que nunca foram oferecidos no centro de saúde, como sala de observação, local de parada de ambulâncias, macas e outros equipamentos de última geração. “Da forma como vínhamos funcionando, era um risco constante tanto para os pacientes como para os profissionais de saúde”, completou.

Arielce Haine