Unidades Básicas de Saúde (UBS)

Subsecretaria de Atenção Integral à Saúde – SAIS
E-mail: gabsasses@gmail.com

Organograma da SAIS

 

 

*Acesse as Cartas de Serviços aos Cidadãos 

 

Acesse o Portal InfoSaúde-DF e consulte a relação de todas as Unidades Básicas de Saúde da SES, endereço, localização no mapa e horário de funcionamento

 

Carta de Serviços Atenção Primaria

 

Serviços nas Unidades Básicas de Saúde: ações de promoção, prevenção e tratamento

 

A Unidade Básica de Saúde (UBS) é a principal porta de entrada com toda a Rede de Atenção à Saúde.  Antes conhecidas como Centros de Saúde, Postos de Saúde, Clínicas da Família), são estabelecimentos de Atenção Primária, responsáveis por cuidar de você e sua família.

 

Cada UBS é responsável pela assistência à saúde de uma população definida, assim, cada cidadão tem agora uma UBS de referência a partir do seu endereço de moradia. Cada Unidade Básica tem equipes de saúde da família (ESF) que são compostas por médico, enfermeiro, técnico de enfermagem e agentes comunitários de saúde, podendo ser complementadas ainda por dentista e técnico em higiene dental. Esses profissionais podem atuar conjuntamente com o apoio e auxílio das equipes dos Núcleos Ampliados de Saúde da Família e Atenção Básica (Nasf-AB), que contam com profissionais de outras especialidades (fonoaudiólogo, psicólogo, terapeuta ocupacional, fisioterapeuta, farmacêutico nutricionista e/ou assistente social) de acordo com as demandas em saúde.

 

Nesse modelo, você e sua família (caso residente no mesmo local) terão sempre uma equipe de referência com quem contar. Como essa equipe está apta a atender bebês, crianças, adolescentes, adultos e idosos, o acompanhamento com a mesma equipe se dá ao longo das diferentes fases da vida.


Requisitos:

 

O acolhimento em qualquer Unidade Básica de Saúde está garantido a todo cidadão. Você será acolhido por um profissional da equipe, que ouvirá seu relato de queixas ou necessidade de informações e, a partir disso, será avaliada a necessidade de atendimento imediato (casos agudos e de maior gravidade), procedimentos, vacinação, agendamento (para residentes na área de abrangência da equipe/unidade) ou referenciamento à unidade de saúde responsável pelo território de residência do usuário.

 

Ações como consultas, cadastro, visitas domiciliares, acompanhamento de condições como diabetes e hipertensão, acompanhamento do pré-natal, são realizadas pela sua equipe de referência. Assim, é necessário ser morador da área de abrangência da Unidade Básica de Saúde.

 

Quando houver necessidade de consultas ou atendimentos com outros profissionais como: cardiologista, oftalmologista, ortopedista, neurologista, psiquiatra, entre outros, estas serão avaliadas pela equipe de saúde da família e encaminhadas e agendadas pelo profissional da UBS, se houver necessidade. Após a consulta você deve retornar à sua equipe de referência para continuidade do acompanhamento.

Observação: Vacinação pode ser realizada em qualquer UBS que disponibilize esse serviço, independente do lugar em que você mora.


Documentação necessária

 

  • Documento oficial de identificação com foto;
  • Cartão Nacional do SUS (Cartão SUS);
  • Recomenda-se levar o comprovante de residência (não obrigatório).

Observação 1: Para pessoas em situação de rua esses documentos não são exigidos.

Observação 2:

É importante os usuários/as do SUS solicitarem o correto preenchimento do cadastro dos/as usuários/as em situação vulnerável nos Sistemas de Informação da SES, com o objetivo de melhorar a qualidade das informações no sistema, promover políticas de equidade e ampliar o acesso à saúde aos segmentos da população mais vulnerável. Os dados se referem a:

 

1.1. Nome Social

É direito do/a usuário/a do SUS ser identificado/a e atendido/a nas unidades de saúde pelo nome de sua preferência, evitando com isso que o nome de identificação do/a usuário /a seja motivo de constrangimento ou situação vexatória.

A identificação em todos os documentos dos/as usuários/as e o uso do nome social no SUS é uma ferramenta para efetivação do acolhimento, humanização e integralidade da assistência a travestis e transexuais.

 

1.2. Quesito raça cor

Os cadastros relacionados ao preenchimento do campo denominado raça, cor, etnia devem respeitar o critério de autodeclaração, ou seja, a resposta deve ser dada pela pessoa assistida no serviço de saúde em conformidade com a classificação utilizada pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística – IBGE, observando as seguintes variáveis: branco, preto, pardo, amarelo e indígena.

Nos casos de recém-nascidos, óbitos ou diante de situações em que o/a usuário/a estiver impossibilitado para a auto declaração, caberá aos familiares ou responsáveis a declaração de sua cor ou pertencimento étnico-racial.

Naturalizar a pergunta “qual é sua raça/cor”, integrando em um conjunto de informações (nome, idade, sexo, entre outras); orientar como se auto classificar, quando não souber; assegurar ao usuário que esta informação tem objetivo prevenir doenças e podem ser algumas das estratégias de implementação.

A inclusão do quesito tem como objetivo identificar, cadastrar e mapear o perfil das pessoas a fim de caracterizar, do ponto de vista étnico racial, a população do Distrito Federal e dimensionar adequadamente as políticas públicas formuladas, implementadas e avaliadas pelo Executivo. Dessa forma, o/a profissional não deve se sentir constrangido/a ao perguntar para a pessoa sua raça/cor, pois estará colaborando para que pesquisas, dados gerais e projetos de leis sejam criados ou aprimorados.

Para maiores informações visite o site: Guia de Implementação do Quesito Raça Cor Etnia

 

1.3. Usuário migrante e refugiado

A apresentação de documento de identificação e/ou de comprovante de residência não pode ser condicionante para acesso ao serviço de saúde, sendo que para fins de identificação de estrangeiros para confirmar o registro nos serviços de saúde, incluindo a confecção de Cartão Nacional de Saúde (Cartão SUS), são válidos: passaporte, Registro Nacional de Estrangeiros – RNE e documento oficial de identificação emitido pelo país de origem.

O registro da nacionalidade é um campo obrigatório e importante para identificar o perfil dos usuários atendidos pelo SUS a fim de requerer a promoção da equidade de acesso à saúde, prevenção contra a discriminação, ampliação das políticas públicas, formação dos profissionais e oferta de serviços adaptados, abordando a temática das migrações como determinante social de saúde.

 

1.4. População em Situação de Rua

A inexistência de cartão do SUS não se constitui como impedimento para atendimento e pessoas em situação de rua estão dispensadas de apresentar comprovante ou declaração de endereço.

É recomendado o registro do local onde a pessoa está atualmente, ponto de referência ou endereço próximo nos cadastros dos sistemas de saúde da SES.

A ficha de cadastro individual do e-SUS possui campos específicos para população em situação de rua que devem ser preenchidos, pois, servirão de base para a produção de dados que irão subsidiar políticas públicas direcionadas a essa população.

Nos demais sistemas de informação que exijam dados de endereço e CEP, devem ser utilizados os endereços dos Centros de Referência em Assistência Social – CRAS ou Centros de Referência Especializado para População Em Situação De Rua – Centros POP de cada região, conforme acordo firmado entre SES e Secretaria responsável pela política de assistência social.

Informações adicionais devem ser coletadas e registradas para facilitar o acompanhamento e a localização, tais como: local de pernoite, atividades de subsistência, telefone de familiar ou pessoa de confiança, recebimento de benefícios da assistência social.

 


Formas de prestação do serviço

Horário de atendimento: O horário de funcionamento das Unidades Básicas de Saúde varia de acordo com o tipo da Unidade e a quantidade de equipes que nela atuam. Verifique o horário de funcionamento da sua UBS de referência.

 

Observação: Todas as Unidades Básicas de Saúde devem estar abertas ao público ininterruptamente desde o horário de abertura até o horário de fechamento.

 

• Prioridade de atendimento: A definição de prioridade de atendimento é feita através da Classificação de Risco, um processo de priorização dos atendimentos por meio da avaliação da gravidade de uma situação apresentada, utilizando critérios clínicos e de vulnerabilidade.

 

 

Locais de atendimento

As informações de endereço, localização e horário de funcionamento das Unidades Básicas de Saúde do Distrito Federal, podem ser acessadas no Portal InfoSaúde – DF.

 


Normas e Regulamentações:

 

Atenção Primária

 

– DISTRITO FEDERAL. Secretaria de Estado de Saúde. Portaria nº 77, de 14 de fevereiro de 2017. Estabelece a Política de Atenção Primária à Saúde do Distrito Federal. Diário Oficial do Distrito Federal, Brasília, DF, 2017.

– DISTRITO FEDERAL. Secretaria de Estado de Saúde. Portaria nº 78, de 14 de fevereiro de 2017. Regulamenta o art. 51 da Portaria n° 77, de 2017, para disciplinar o processo de conversão da Atenção Primária à Saúde do Distrito Federal ao modelo da Estratégia Saúde da Família.

– DISTRITO FEDERAL. Poder executivo. Lei n° 6.133, de 06 de abril de 2018. Estabelece a Estratégia Saúde da Família como modelo da atenção primária do Distrito Federal e promove medidas para o seu fortalecimento. Diário Oficial do Distrito Federal, Brasília, DF, 2018.

– DISTRITO FEDERAL. Secretaria de Estado de Saúde. Portaria n° 496, de 25 de maio de 2018. Disciplina o processo de transição das equipes Nasf-AB do Distrito Federal.