Governo do Distrito Federal
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11/12/19 às 11h02 - Atualizado em 11/12/19 às 11h02

Vigilância promove fórum para falar sobre imunização

Evento apontou experiências bem-sucedidas e desafios para 2020

 

Cerca de 200 pessoas participaram, nestas segunda (9) e terça-feiras (10), do V Fórum Distrital de Imunização e II de Doenças Imunopreveníveis. O evento foi realizado pela Gerência de Vigilância das Doenças Imunopreveníveis e de Transmissão Hídrica e Alimentar (Gevitha) da Subsecretaria de Vigilância à Saúde do Distrito Federal.

 

“Temos muito a discutir sobre a situação epidemiológica do país e do Distrito Federal e o Fórum foi uma oportunidade para os profissionais de saúde e estudantes atualizarem seus conhecimentos”, ressaltou a gerente da Gevitha,  Renata Brandão.

 

O Fórum teve como objetivo informar sobre o cenário epidemiológico no Brasil e Distrito Federal, apresentar experiências bem-sucedidas em vigilância epidemiológica das doenças imunopreveníveis e imunização, os desafios e conquistas dos serviços públicos e privados de vacinação, retrospectiva de 2019 e propostas de trabalho para 2020.

 

“Todos nós, profissionais da saúde, quer seja da rede pública ou privada, temos a responsabilidade de encontrarmos formas para atingirmos coberturas vacinais satisfatórias para assim garantirmos a saúde das pessoas do DF”, enfatiza o diretor de Vigilância Epidemiológica, Cássio Peterka.

 

O público-alvo foram os profissionais de saúde que atuam nas salas de vacina, na Atenção Primária e na Vigilância Epidemiológica, professores e estudantes da saúde.

 

GERÊNCIA – Além de supervisionar o fluxo de informações relacionadas a estas doenças, a Gevitha possui a atribuição de identificar, controlar e investigar situações de interesse de saúde pública. Com isso, realiza encontros com o objetivo de divulgar informações e dados que possibilitem o conhecimento e a análise de fatores determinantes e condicionantes de saúde individual ou coletiva, a fim de que possam ser adotadas medidas de controle e prevenção das doenças.

 

Carolina Pedroza, da Agência Saúde