26/01/2022 às 10h00

Emendas parlamentares adicionaram 89 milhões ao orçamento da Secretaria da Saúde em 2021

Atividade de assessoramento garante maior aproveitamento dos recursos enviados por senadores e deputados

HUMBERTO LEITE, DA AGÊNCIA SAÚDE-DF | EDIÇÃO: MARGARETH LOURENÇO | REVISÃO: JULIANA SAMPAIO

O Samu foi uma das unidades beneficiadas com os recursos. Foto: Breno Esaki - Agência Saúde - DF

   

Senadores, deputados federais e distritais asseguraram, no ano passado, R$ 89 milhões em emendas parlamentares. Os recursos foram empregados, por exemplo, para a aquisição de equipamentos e obras em unidades.

   

Destaca-se a destinação de recursos para arcos cirúrgicos, aparelhos de anestesia e neuronavegadores. Os hospitais regionais de Sobradinho e da Asa Norte receberão, por exemplo, novos aparelhos de ressonância magnética. Já o Laboratório de Citogenética do Hospital de Apoio de Brasília (HAB) iniciou a operação de dois novos sistemas de cariotipagem que custaram R$ 900 mil. Todos os hospitais da rede pública foram beneficiados, além de unidades como o Samu, o Hemocentro e o Laboratório Central de Saúde Pública (LACEN).

 

A Secretaria de Saúde recebe recursos de parlamentares de todas as bancadas do Senado Federal, Câmara dos Deputados e Câmara Legislativa do Distrito Federal. A destinação é tecnicamente analisada pela Assessoria de Gestão Participativa e Relações Institucionais (Arins), que atua para conciliar os objetivos iniciais das emendas com a legislação em vigor e as necessidades da população do DF.

 

"Orientamos sobre o que é exequível", explica Ademir Miranda Jr., servidor da Arins. Ano após ano, um percentual maior dos projetos passa por avaliação técnica do Ministério da Saúde. A Assessoria também atua no diálogo com o Conselho de Saúde e com o Colegiado de Gestão, a fim de promover a gestão participativa.