07/04/2022 às 13h30 - Atualizado em 07/04/2022 às 13h30

Vigilância Sanitária realiza ação de coleta de produtos de Páscoa

Ao todo, os auditores coletaram 13 amostras de produtos que foram encaminhadas para análise no Lacen-DF

DA AGÊNCIA SAÚDE-DF 

Vigilância Sanitária no DF durante ação. Foto: Arquivo SES-DF

 

 

A Vigilância Sanitária da Secretaria de Saúde realizou, entre 21 e 31 de março, a coleta de sete produtos comercializados no Distrito Federal e usualmente consumidos na Páscoa. Entraram na lista bacalhau, bombons, barra de chocolate, colomba pascoal, azeite, vinho e castanhas. O objetivo da ação é avaliar a qualidade desses alimentos.

 

As equipes coletaram um total de 13 amostras que foram enviadas para análise no Laboratório Central de Saúde Pública do Distrito Federal (Lacen-DF), que verifica composição nutricional, rotulagem, qualidade físico-química e segurança microbiológica. São verificadas as informações dos rótulos para avaliar se seguem as legislações, a presença ou não de bactérias responsáveis por doenças graves e que demonstram higiene inadequada na produção dos alimentos, além de atestar a qualidade dos produtos como, por exemplo, a acidez dos azeites de oliva.

 

A ação fiscal de coleta dos produtos ocorre de forma rotineira pelos auditores da Vigilância Sanitária e prioriza itens fabricados no DF. “A atuação é em prol da segurança alimentar e nutricional da população local e de todo o território nacional, uma vez que mediante esse trabalho de monitoramento aqui, pode-se levar a ações nacionais de recolhimento pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa)”, aponta o diretor da Vigilância Sanitária do DF, André Godoy.

 

A partir dos resultados da análise do Lacen-DF, são tomadas algumas providências. “Quando são identificados produtos irregulares, o fabricante é comunicado e recebe prazo para manifestação. Caso fique comprovada a irregularidade e constatado seu risco à saúde da população, os lotes dos produtos ainda disponíveis no comércio ficam sujeitos à apreensão e inutilização”, explica a gerente de alimentos da Vigilância Sanitária, Larissa Pereira.