Coronavírus (Covid-19)

Em 5 de março de 2022, o Distrito Federal completou dois anos do primeiro diagnóstico de covid-19 e a pandemia segue com um cenário incerto, sem previsão para acabar. Nessa jornada o Governo do Distrito Federal e a Secretaria de Saúde do DF realizou várias ações e recebeu uma série de doações e apoio de parceiros importantes. Além disso, teve a participação direta da população e servidores envolvidos na produção de máscaras, capotes e materiais necessários em falta para compra.

Desde o início da pandemia, até o dia 4 de março, foram mais de 11 mil mortes, considerando a população estimada do Distrito Federal para 2021, isso representa 0,35% da população. Outras 685 mil pessoas testaram positivo, ou seja, 22% da população foi contaminada. Mas, a Pasta também teve mais de 663 mil recuperados. Agora, a SES/DF segue trabalhando para que toda a população apta a receber a vacina, realize esse ato de amor. Afinal, o risco de novas ondas e medidas de restrição não estão descartados pelas autoridades.

 

ÔMICRON

Este ano, com a nova variante Ômicron, o número de casos subiu rapidamente e houve recorde de pessoas acometidas pela doença. Isso impactou os serviços de atenção primária, houve a lotação dos leitos de enfermaria e de unidade de terapia intensiva (UTI). No entanto, em relação à mortalidade, o período mostrou um número menor em comparação com os anos anteriores. A comunidade científica atribui esse cenário à vacinação da população, iniciada em janeiro de 2021.

Já foram aplicadas 5,7 milhões de doses no DF e a Saúde do DF segue sensibilizando a população para a importância desse ato. Com a falta da cobertura vacinal, é possível o desenvolvimento de novas variantes e o país pode entrar numa nova onda de casos como ocorreu com a variante Ômicron. Por isso, a população deve vacinar-se e seguir as medidas sanitárias vigentes.

A Pasta ressalta ainda que a pandemia ainda não acabou e mesmo com flexibilizações, a população deve manter as medidas sanitárias, como evitar aglomerações, usar máscara em locais fechados e manter a higiene frequente das mãos. Quanto às ações da Saúde DF, as medidas são anunciadas, semanalmente por coletiva ao vivo, a partir de análises constantes do cenário epidemiológico.

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Campanha de Vacinação contra a covid-19 - Boletim 04/07/2022

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Dúvidas

A Covid-19 é uma doença infecciosa causada pelo coronavírus (Sars-CoV-2) e tem como principais sintomas febre, cansaço e tosse seca. Alguns pacientes podem apresentar dores, congestão nasal, dor de cabeça, conjuntivite, dor de garganta, diarreia, perda de paladar ou olfato, erupção cutânea na pele ou descoloração dos dedos das mãos ou dos pés. Esses sintomas geralmente são leves e começam gradualmente. Algumas pessoas são infectadas, mas apresentam apenas sintomas muito leves.

A maioria das pessoas (cerca de 80%) se recupera da doença sem precisar de tratamento hospitalar. Uma em cada seis pessoas infectadas por Covid-19 fica gravemente doente e desenvolve dificuldade de respirar. As pessoas idosas e as que têm outras condições de saúde como pressão alta, problemas cardíacos e do pulmão, diabetes ou câncer, têm maior risco de ficarem gravemente doentes. No entanto, qualquer pessoa pode pegar a Covid-19 e ficar gravemente doente.

O SARS-CoV-2 é um betacoronavírus descoberto em amostras de lavado broncoalveolar obtidas de pacientes com pneumonia de causa desconhecida na cidade de Wuhan, província de Hubei, China, em dezembro de 2019. Pertence ao subgênero Sarbecovírus da família Coronaviridae e é o sétimo coronavírus conhecido a infectar seres humanos.

Os coronavírus são uma grande família de vírus comuns em muitas espécies diferentes de animais, incluindo o homem, camelos, gado, gatos e morcegos. Raramente os coronavírus de animais podem infectar pessoas e depois se espalhar entre seres humanos como já ocorreu com o MERS-CoV e o SARS-CoV-2. Até o momento, não foi definido o reservatório silvestre do SARS-CoV-2.

As evidências disponíveis atualmente apontam que o vírus causador da Covid-19 pode se espalhar por meio do contato direto, indireto (através de superfícies ou objetos contaminados) ou próximo (na faixa de um metro) com pessoas infectadas através de secreções como saliva e secreções respiratórias ou de suas gotículas respiratórias, que são expelidas quando uma pessoa tosse, espirra, fala ou canta. As pessoas que estão em contato próximo (a menos de 1 metro) com uma pessoa infectada podem pegar a Covid-19 quando essas gotículas infecciosas entrarem na sua boca, nariz ou olhos.

Para evitar o contato com essas gotículas, é importante manter-se a pelo menos 1 metro de distância das outras pessoas, lavar as mãos com frequência e cobrir a boca com um lenço de papel ou cotovelo dobrado ao espirrar ou tossir. Quando o distanciamento físico (a um metro ou mais de distância) não é possível, o uso de uma máscara de tecido também é uma medida importante para proteger os outros.

O tempo entre a exposição à Covid-19 e o momento em que os sintomas começam (período de incubação) é geralmente de cinco a seis dias, mas pode variar de 1 a 14 dias.

Período de incubação

O período de incubação é estimado entre 1 a 14 dias, com mediana de 5 a 6 dias.

Período de transmissibilidade

Já é conhecido que muitos pacientes podem transmitir a doença durante o período de incubação, geralmente 48 horas antes do início dos sintomas. Estas pessoas estão infectadas e eliminando vírus, mas ainda não desenvolveram sintomas (transmissão pré-sintomática).

Se estiver doente, com sintomas compatíveis com a COVID-19, tais como febre, tosse, dor de garganta e/ou coriza, com ou sem falta de ar, procure imediatamente um atendimento nos serviços de saúde e siga as orientações médicas (saiba onde). O atendimento imediato pode salvar vidas.

Além disso, ao sinal de qualquer sintoma, evite qualquer contato físico com outras pessoas, incluindo familiares, principalmente, idosos e doentes crônicos.

Sintomas

Confira os sintomas mais comuns de cada infecção respiratória:

 

Sintomas