25/05/2022 às 10h00 - Atualizado em 25/05/2022 às 18h11

Dia Internacional da Tireoide é lembrado nesta quarta-feira (25)

Data destaca a importância do acompanhamento regular e identificação de possíveis doenças da glândula

Jurana Lopes, da Agência Saúde-DF | Edição: Margareth Lourenço

Exames periódicos podem detectar problemas na glândula. Foto: Tony Winston/Agência Saúde-DF

O Dia Internacional da Tireoide é lembrado, nesta quarta-feira (25), e chama a atenção para a importância de debater o tema e alertar a população para reconhecer as doenças que afetam a glândula.

“A tireoide é localizada na região do pescoço e regula o metabolismo, a frequência cardíaca, a temperatura corporal, a atenção e concentração, o sono, o humor, entre outras funções. Ou seja, tem participação vital para o equilíbrio e bem-estar”, informa a Referência Técnica Distrital (RTD) de Endocrinologia da Secretaria de Saúde, Eliziane Brandão Leite.

A endocrinologista explica que as doenças da tireoide são: hipertireoidismo, que é a produção excessiva de hormônios; hipotireoidismo, que é pouca produção de hormônios; bócio, que é o aumento do volume com nódulos e; câncer da tireoide. “Quando as doenças da tireoide são reconhecidas e tratadas corretamente, é mantido o equilíbrio e o bem-estar, além de se reduzir os riscos de câncer da tireoide. O tratamento para as disfunções é com medicamentos, já para o câncer de tireoide, cirurgias e outros tratamentos complementares”, afirma.


Mulheres são mais propensas às doenças da tireoide. Foto: Tony Winston/Agência Saúde-DF

Eliziane ressalta que pessoas com histórico familiar de doenças da tireoide e, principalmente, as mulheres de acordo com a fase da vida (puberdade, gravidez e menopausa) têm mais propensão ao desequilíbrio da glândula da tireoide e devem fazer exames periódicos para o diagnóstico precoce. Por isso, o acompanhamento é essencial e pode ser feito através de exames laboratoriais.

A endocrinologista informa que nódulos na tireoide são comuns e necessitam ser acompanhados por exames de ultrassom, pois apenas uma pequena parte desenvolve o câncer.