Cirurgia no HRT: “Fomos muito bem acolhidos", diz mãe de paciente
Cirurgia no HRT: “Fomos muito bem acolhidos", diz mãe de paciente
Para otimizar tempo, equipe de enfermagem do setor abre e remaneja salas para demandas de urgência e emergência
Larissa Lustosa, da Agência Saúde DF | Edição: Natália Moura
O filho de Janete Lima, 42, deu entrada no Hospital Regional de Taguatinga (HRT) com uma fratura exposta, após um acidente de moto. O adolescente de 16 anos foi encaminhado para uma cirurgia de emergência na última semana (9). “A assistência e o acolhimento foram maravilhosos. Os profissionais são nota dez!”, conta a mãe.
Enquanto Marco Antônio Lima - filho de Janete - passava pelo procedimento cirúrgico, outros dois ocorriam, simultaneamente, nas salas ao lado; já nos leitos, mais pacientes eram preparados para novas cirurgias. Essa agilidade faz parte da rotina diária do hospital.
José Alves, 55, pôde ver de perto essa dinâmica. O morador de Vicente Pires aguardava uma cirurgia para a retirada de um nódulo. “Não tenho o que reclamar. Fui muito bem atendido. Foram dois meses até esse procedimento, mas isso porque não pude vir na primeira chamada. A mensagem chegou, só que eu não vi e tive que entrar na fila novamente. De lá para cá, foi rápido”, conta.
Melhoria no fluxo
Para otimizar o tempo, o esforço e a organização da equipe de profissionais e de enfermagem são fundamentais para garantir a fluidez dos atendimentos. No HRT, é comum que salas sejam abertas ou remanejadas para absorver demandas de urgência e emergência.
“Isso é rotineiro no centro cirúrgico. Sempre que podemos, tentamos disponibilizar uma equipe de enfermagem, trocar escalas e, assim, dar andamento às demandas de urgência. Sempre pensamos no bem dos pacientes”, assegura a enfermeira do HRT, Kelly Teixeira.
O enfermeiro da unidade Osmane Almeida, que também atua no setor, destaca o comprometimento dos colegas: “É uma equipe muito alinhada e experiente, que sabe trabalhar. São profissionais dispostos a sempre fazer o melhor.”